Um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria derrotado por Jair Bolsonaro ainda no primeiro turno. A vantagem do ex-presidente seria de 30% das intenções de voto.
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Lula também seria derrotado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e pelo governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD).
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No cenário um da pesquisa, Bolsonaro tem 50,7% das intenções de voto, contra 20,4% de Lula. Em seguida, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 8,2%; o influenciador e empresário Pablo Marçal (PRTB), com 5,7%; o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (MDB), com 2,2%; o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), com 2,2%; e
Helder Barbalho (MDB), com 0,2%.
No cenário 2, Michelle venceria Lula por 37,4% a 20,8%. Ciro ficaria com 9,6%; Marçal, com 9,5%; Caiado, com 4,7%; Leite, com 3%; e Barbalho, com 0,5%.
No Paraná, derrota de Lula seria ainda maior para Ratinho Júnior do que para Bolsonaro
Na terceira simulação, Tarcísio de Freitas venceria Lula com 26,5%, ante 20,6% de Lula; e no quarto cenário, Lula perderia para Ratinho Júnior pela maior diferença: o governador do Paraná ficaria com 51,5%, e o petista, com 17,6%.

Nesses dois últimos cenários, o cantor Gusttavo Lima é incluído e fica em terceiro lugar. Na simulação com Tarcísio, fica com 14%, e no cenário com Ratinho, com 89,7%.
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A pesquisa entrevistou 1.652 eleitores em 64 municípios do Paraná, entre 22 e 25 de fevereiro. A amostra atinge um grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,5 pontos porcentuais para os resultados gerais.
Lula chamou os companheirinhos do PT, alguns deles ministros, políticos e figuras como Batoré e o engomadinho paraibano, para assistirem, no palácio do planalto, ao filme da patética Torres que, de certa forma, é um ‘ataque’ ao que é considerado partido do opositor das eleições (futuras). ‘Fora’ da campanha, como foi ‘fora’ da campanha a reunião com os embaixadores, sob a visão do TSE, que precisou de uma tritese de quase 500 páginas do relator, para que os leitores privilegiados da Constituição, entendessem que o ‘infrator’ deveria ser punido com a tão sonhada inelegibilidade.
A propósito, que retorno eleitoral Bolsonaro poderia obter dos embaixadores que sequer votavam?
Uma reunião como essa do filme rende votos, porque a plateia é de eleitores. No caso dos embaixadores, não havia como a reunião render votos, nem suprimir. Então como isso influenciaria o processo eleitoral, a ponto de cassar direitos elementares? Nem na China!
Observem que em todas as simulações, o carniça fica estagnado nos 20%, que é exatamente a popularidade que ele tem hoje, Nem os 30 % que a esquerda sempre teve, não chega mais. Na eleição de 2022 talvez ele tenha ficado perto dos 35%. O resto da diferença para ser eleito, foi dado pelas maquininhas mágicas.