publicidade
Curiosidades

Anvisa proíbe venda de produtos de beleza e limpeza

Segundo a Agência, os consumidores podem denunciar situações suspeitas pelos canais oficiais ou nas vigilâncias sanitárias municipais

anvisa escova progressiva pastlha de limpeza
No comunicado divulgado na última quinta-feira 6, a Anvisa ressaltou que apenas itens com registro autorizado podem ser adquiridos legalmente | Foto: Reprodução/Pexels

Produtos de beleza e limpeza sem registro tiveram sua circulação barrada no Brasil depois de decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A escova progressiva Trycee Professional HD e a pastilha efervescente Washing Machine, voltada para máquinas de lavar, foram alvo da medida.

A Anvisa proibiu a produção, a venda e a distribuição da escova progressiva em todo o território nacional. A Agência não conseguiu identificar a fabricante do produto.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Saúde em Oeste

Segundo a Anvisa, a ausência de registro no setor de cosméticos impede a garantia de testes de qualidade e compromete a segurança dos consumidores, sobretudo por se tratar de um produto de aplicação direta no couro cabeludo.

A Agência também determinou a apreensão da pastilha de limpeza Washing Machine, que também não possui registro sanitário nem identificação da empresa responsável.

Com isso, sua fabricação e comercialização ficam vetadas no país, conforme reforçou o órgão regulador.

Anvisa orienta consumidores a conferirem embalagens

No comunicado divulgado na última quinta-feira 6, a Anvisa ressaltou que apenas itens com registro autorizado podem ser adquiridos legalmente.

A Agência destacou a importância de conferir o número do processo ou autorização nas embalagens antes da compra.

Segundo orientação da Anvisa, os consumidores podem denunciar situações suspeitas pelos canais oficiais ou nas vigilâncias sanitárias municipais.

Agência manda recolher medicamento

Um dia depois, na sexta-feira 7, a Anvisa mandou recolher cinco lotes de Furosemida – 10,0 mg/ml Solução Injetável CX 100 AMP VD AMB X 2 ml, fabricados pela Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda. 

A ação também suspendeu a comercialização, a distribuição e o uso dos seguintes lotes: 25060692, 25060693, 25060694, 25060695 e 25060696.

A empresa comunicou o recolhimento voluntário do medicamento, ou seja, a ação partiu do próprio fabricante, que identificou indicativos de uma possível fragilidade do vidro. 

Leia também: “As vítimas dos usuários de informação”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 295 da Revista Oeste

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade