publicidade
Curiosidades

Pesquisadores desenvolvem remédio que combate o envelhecimento

Os cientistas utilizaram a biodiversidade do Pantanal e do Cerrado como inspiração

A criação do produto que combate o envelhecimento foi desenvolvido na Universidade de Dom Bosco (UCDB), em Mato Grosso do Sul | Foto: Reprodução/Freepik
A criação do produto que combate o envelhecimento foi desenvolvido na Universidade de Dom Bosco, em Mato Grosso do Sul | Foto: Reprodução/Freepik

Pesquisadores da Universidade Católica de Dom Bosco (UCDB), em Mato Grosso do Sul, desenvolveram um peptídeo que destrói células associadas ao envelhecimento e à flacidez da pele. O estudo foi divulgado nesta semana pelo site de notícias Sputnik Brasil.

+ Leia mais notícias de Saúde em Oeste

Receba nossas atualizações

Os peptídeos são um remédio que apresenta importantes funções no organismo humano. Alguns funcionam como hormônios, outros como neurotransmissores, analgésicos e até antibióticos.

Os peptídeos são um remédio que apresenta importantes funções no organismo humano | Foto: Reprodução/Freepik
Os peptídeos são um remédio que apresenta importantes funções no organismo humano | Foto: Reprodução/Freepik

O ativo, criado com apoio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect), foi incorporado ao One Skin, um creme anti-idade usado pela cantora norte-americana Katy Perry.

Inspiração para criar remédio que combate o envelhecimento 

Os pesquisadores utilizaram a biodiversidade do Pantanal e do Cerrado como inspiração, aliado ao uso de inteligência artificial para criar as moléculas. 

“O que fazemos é desenvolver moléculas”, afirmou Octávio Luiz Francisco, pesquisador de biotecnologia da UCDB, ao Sputnik. “Uma das estratégias do laboratório é buscar bioinspiração. Ou seja, usar o que a natureza nos oferece para poder criar produtos.”

Francisco ainda explica que o apoio da Fundect foi crucial para dar sequência na pesquisa do peptídeo, que combate o processo natural de envelhecimento.

“As células que causam envelhecimento se acumulam e deixam aquele efeito de flacidez”, explicou Francisco. “Pediram-nos para criar uma molécula, um princípio ativo, que consiga entrar na pele e destruir as células que causam envelhecimento.”

A inovação pode ir além

O pesquisador de biotecnologia da UCDB ainda disse que, no Brasil, a inovação pode ir além dos grandes centros. O estudo teve como base a biodiversidade do Pantanal e do Cerrado. “Olhamos para esses lugares e pensamos: bom, funciona porque a natureza por milhões de anos assim o fez.”

Ele também disse que espera poder criar novas tecnologias em breve. Nesse sentido, explicou que pode usar polos como Brasília e Mato Grosso do Sul para criar moléculas para ter novas tecnologias.

Francisco afirma, por fim, que quando há um investimento na ciência, também há um desenvolvimento na cidade onde ela é desenvolvida.

Leia também:

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade