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Curiosidades

Universidade de Oxford desenvolve exame de sangue capaz de identificar risco cardíaco

Durante um período de três anos, os pesquisadores analisaram amostras de 800 adultos, em diferentes estágios da doença

Oxford cardíaco
A insuficiência cardíaca ocorre quando o coração não consegue bombear o sangue ou encher-se de forma adequada | Foto: Rawpixel.com/Freepik

Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, desenvolveram um exame de sangue capaz de identificar risco cardíaco. Por meio de um artigo divulgado nesta segunda-feira, 18, os cientistas afirmam que a descoberta pode melhorar a intervenção médica e salvar vidas. 

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A insuficiência cardíaca ocorre quando o coração não consegue bombear o sangue ou encher-se de forma adequada. Os principais sintomas são cansaço, falta de ar, tosse seca, inchaço nas pernas, tontura, perda de apetite, náusea e vômitos. 

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Os cientistas descobriram que níveis mais altos de um hormônio específico — o neuropeptídeo Y (NPY) — são um indicador forte de futuras complicações cardíacas. 

Cerca de 800 adultos com problemas cardíaco participaram da pesquisa da Universidade de Oxford  

Exame de sangue
Os cientistas mediram os níveis de peptídeo natriurético (BNP), um hormônio usado para diagnosticar a insuficiência cardíaca, juntamente com o NPY | Foto: Reprodução/Pexels

Durante um período de três anos, os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 800 adultos, em diferentes estágios de insuficiência cardíaca. Os cientistas mediram os níveis de peptídeo natriurético (BNP). Trata-se de um hormônio usado para diagnosticar a insuficiência cardíaca, juntamente com o NPY.  

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“As descobertas desta pesquisa são um desenvolvimento novo e estimulante, baseado em mais de dez anos de pesquisa colaborativa sobre o hormônio do estresse”, afirma o professor de medicina cardiovascular da Universidade de Oxford, Neil Herring, em comunicado à imprensa.

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O pesquisador sugere que a medição do NPY juntamente com o BNP poderia ajudar a diagnosticar as pessoas que correm maior risco de ter insuficiência cardíaca. Herring acredita que os exames de sangue para a detecção do hormônio poderão ser introduzidos no mercado em cinco anos. 

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