Exportadores brasileiros de café, carne e frutas reagiram com cautela à decisão dos Estados Unidos de reduzir tarifas de importação sobre cerca de 200 produtos, anunciada na sexta-feira 14. A sobretaxa de 40% sobre o Brasil, porém, foi mantida.
O café brasileiro, antes taxado em 50%, passou a 40%, mas concorrentes como Colômbia e Vietnã tiveram tarifa zerada. “Melhorou para os nossos concorrentes e piorou para o Brasil”, disse Marcos Matos, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, ao portal g1. Já em vídeo enviado ao Jornal da Oeste – 1ª Edição, acrescentou: “Está cada vez mais difícil competir”.
Receba nossas atualizações
Para o presidente da entidade, Márcio Ferreira, a alíquota “continua proibitiva”. As compras americanas de café do Brasil caíram 51,5% entre agosto e outubro. Entre cafés especiais, a queda chegou a 55%, segundo a BSCA.
A redução das tarifas ao Brasil pelo governo dos EUA

No documento divulgado na sexta-feira, Trump afirmou que tomou a decisão depois de “considerar as informações e recomendações que autoridades forneceram”.
Além disso, destacou o andamento das negociações com diversos parceiros comerciais, a demanda por certos produtos e a capacidade interna de produção. Os efeitos vão valer a partir da quinta-feira 20.
“Na medida em que a implantação desta ordem exigir o reembolso de tarifas alfandegárias cobradas, as restituições serão processadas de acordo com a legislação aplicável e com os procedimentos padrão da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA”, afirmou o republicano.
Além do café: repercussão em outros setores
Na carne bovina, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes, Roberto Perosa, falou em “comemoração comedida”, mas com expectativa de retirada total das tarifas.
Nos frutos, a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados alertou que a uva, 2ª fruta mais exportada para os Estados Unidos, ficou fora das exceções: as vendas caíram 73% em valor e 68% em volume no 3º trimestre.
+ Leia mais notícias do Agronegócio em Oeste
Segundo a Confederação Nacional da Indústria, a medida afeta 80 itens agrícolas do Brasil, mas apenas quatro ficaram isentos: três sucos de laranja e castanha-do-pará.
No governo, o assessor Celso Amorim afirmou que a medida tem “racionalidade própria” ligada à inflação americana. Para o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o país voltou à “boa diplomacia”.
































Para quem não é economista bom..explico…MarketShare!
Chega um momento que o montante percentuais se tornam irrelevantes se o seu concorrente não tem NENHUM…10% tarifas já quebraria esses financiadores da esquerdalha ..
QUE APRENDAM a LIÇâo..empresários, artistas. jornalistas, judiciário…
Perder isso é perder TUDO! Perder anos e anos de construção de reputação, logistica, área cultivável, crédido barato e várias outras coisas.
Que isso sirva de lição para esses empresários que se aliam a politicos notoriamente adeptos do NarcoEstado Terrorista e Pedófilo que se está construindo no BOSTIL desde os anos 1998..Quando Mário COVAS tomou uma Paulada na cabeça.
O BOSTIL precisa de uma intervenção URGENTE! Antes que seja tarde demais…