Exportação de biscoitos cresce 25% no Brasil

Embarques do setor no 1º semestre somaram US$ 70 milhões
-Publicidade-
Volume de janeiro a junho chegou a 40 milhões de quilos
Volume de janeiro a junho chegou a 40 milhões de quilos | Foto: Reprodução/Pixabay

No primeiro semestre de 2022, as exportações de biscoitos do Brasil somaram quase 40 milhões de quilos. Desse modo, em volume, o crescimento chegou a 25%, sobre o mesmo período do ano anterior.

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), o faturamento do setor chegou a US$ 70 milhões. Assim, o crescimento superou 40%. Além disso, as exportações do produto nacional atingiram 110 países.

-Publicidade-

Abimapi afirma que um terço dos destinos aumenta as compras anualmente. Entre eles estão: Venezuela, Paraguai, Chile, Colômbia, Peru, Emirados Árabes Unidos, República Democrática do Congo, Guiana, Equador e Guatemala. Mas o maior mercado consumidor daS exportações de biscoitos do Brasil é a América do Sul, que absorveu 70% dos embarques, entre janeiro e junho.

Exportações de biscoitos do Brasil em 2021

No ano passado, as exportações de biscoitos trouxeram US$ 115 milhões em divisas para os produtores do Brasil. Esse valor veio graças ao envio de quase 70 milhões de quilos do produto.

Em 2020, esses números foram respectivamente US$ 94 milhões e 57 milhões de quilos. Ou seja: houve um crescimento de cerca de 20% tanto para volumes quanto para valores.

Valorização

Em média, cada quilo foi exportado por US$ 1,67 ao longo de 2021. No primeiro semestre de 2022, o preço passou para US$ 1,84, pela mesma quantidade. Desse modo, houve a valorização de 10% sobre o produto.

-Publicidade-
* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais.

2 comentários Ver comentários

  1. ISSO É GERAÇÃO DE NEGOCIO!!!
    Ficar só exportando SOJA…e não produtos elaborados como farelo, óleo e derivados industrializados É PERPETUAÇÃO DA POBREZA e indigência de nosso povo.
    A grande diferença de nossos agricultores com os dos EUA é que esse últimos querem AGREGAR VALOR e não só ficar aumentando área plantada.
    O AGRO PRECISA CRIAR INDUSTRIAS que processem e agreguem valor…
    TÃO DEVENDO ISSO ao POVO brasileiro.
    MEXAM-SE!!
    ou perderão novamente o bonde da história…
    EU lembro quando os fazendeiros na década de 80 eram vistos como sugadores de recursos do BB e gastavam comprando carrões e mansões no Guaruja…
    quem lembra do bezerrões enchendo a caçamba da PICKUP e, como todo bom abestalhado tosco, ficavam laçando as mininas no claçadão??!!

    1. E viviam NÃO PAGANDO AS DIVIDAS com o BB…..igual ao CORINTHIANS! 600 milhões de reais e nunca pagaram nada pelo itaqueirão. LULA LADRÃO

Envie um comentário

Conteúdo exclusivo para assinantes.

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 23,90 mensais.

Revista OESTE, a primeira plataforma de conteúdo cem por cento
comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado.

Meios de pagamento
Site seguro
Seja nosso assinante!

Reportagens e artigos exclusivos produzidos pela melhor equipe de jornalistas do Brasil.