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Agronegócio

JBS e governo do Pará vão rastrear gados com chips

Empresa quer identificar cada animal, dos 24,8 milhões de cabeças do rebanho do Estado, até o ano de 2026

JBS Gado Pará | Atualmente, o Pará tem o segundo maior rebanho do Brasil, só atrás de Mato Grosso, com 34,2 milhões de cabeças | Foto: Helena Lopes/Pexels
Atualmente, o Pará tem o segundo maior rebanho do Brasil, só atrás de Mato Grosso, com 34,2 milhões de cabeças | Foto: Helena Lopes/Pexels

O frigorífico JBS informou, nesta sexta-feira, 1º, que vai investir R$ 5 milhões ao longo dos próximos três anos para rastrear gados do Pará por meio de chips. A empresa anunciou a novidade durante a Conferência das Partes (COP) 28, em Dubai, e faz parte de uma parceria da empresa com o governo do Estado.

A parceria prevê que o Estado possa rastrear cada animal dos seus 24,8 milhões de bovinos até 2026. Atualmente, o Pará tem o segundo maior rebanho do Brasil, só atrás de Mato Grosso, com 34,2 milhões de cabeças.

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Leia também: “JBS planeja realizar novos investimentos na Arábia Saudita”

“Com mais essa parceria com o Pará, estamos fortalecendo nosso compromisso em apoiar os pequenos produtores e aprimorar a transparência na pecuária”, afirmou Gilberto Tomazoni, presidente da JBS. “Esses programas refletem nosso esforço em promover práticas mais sustentáveis e são importantes para desenvolvermos um sistema único de rastreabilidade no Brasil.”

Os novos recursos se somam a outros R$ 38 milhões já anunciados anteriormente pela companhia, que serão desembolsados até 2026.

Foto: Reprodução/Gilberto Tomazoni/Linkedin

A empresa vai aportar R$ 25 milhões para o projeto RestaurAmazônia, R$ 10 milhões para o projeto da Rio Capim e R$ 3 milhões para a expansão dos Escritórios Verdes, todos no Pará.

De acordo com Helder Barbalho, governador do Pará, o objetivo é rastrear cada animal do rebanho do Estado do Pará de forma individual, com chips:

“Hoje damos um importante passo, ao nos unirmos a fundos privados, para lançar essa iniciativa”, disse Barbalho. “Teremos, até 2026, 100% do rebanho do Estado do Pará com chips para rastreabilidade individual, do nascimento ao abate.”

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