Raízen pretende construir três usinas de etanol feito com bagaço e palha de cana

Em Piracicaba (SP), o grupo já possui uma unidade produtora desse tipo de combustível
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O combustível tem sua demanda internacional aquecida em razão do sequestro de carbono gerado
O combustível tem sua demanda internacional aquecida em razão do sequestro de carbono gerado | Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Rubens Ometto, presidente do conselho diretor da Cosan, revelou que a Raízen (joint venture de sua empresa com a Shell) pretende construir mais três usinas para produzir etanol celulósico — ou de segunda geração. O produto é feito a partir do bagaço e da palha da cana. Em Piracicaba (SP), o grupo já possui uma unidade produtora desse tipo de combustível, que, de acordo com o empresário, tem sua demanda internacional aquecida em razão do sequestro de carbono gerado.

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“Queremos fazer três usinas desse tamanho, com produção de 300 milhões de litros adicionais de álcool de segunda geração”, revelou Ometto. “Empresas como Shell, Exxon-Mobil, Total, todas elas têm o maior interesse em adquirir esse etanol dado o sequestro de carbono que ele tem.”

A tecnologia para a produção de etanol celulósico surgiu a partir de uma parceria entre a Shell e a canadense logen, especializada em biotecnologia. Na safra passada (2019/20), a unidade de Piracicaba produziu 226 litros de etanol para cada tonelada de biomassa seca.

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