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Avenida Paulista recebe manifestação pela morte do cão Orelha

O ato ocorreu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp)

Além da mobilização em São Paulo, outras cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília devem receber manifestações pela morte do cão orelha | Foto: Reprodução/X
Além da mobilização em São Paulo, outras cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília devem receber manifestações pela morte do cão orelha | Foto: Reprodução/X

A Avenida Paulista, em São Paulo, serviu de palco neste domingo, 1º, para uma manifestação pela morte do cão comunitário Orelha. O ato ocorreu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) e clamou por justiça e pelo fim da violência contra animais.

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Durante o protesto, manifestantes compareceram com os próprios cachorros e carregaram faixas, cartazes e fotos de Orelha. As pessoas presentes no ato destacaram o animal como símbolo da luta contra maus-tratos. O nome do cão foi repetido em coro e aplaudido várias vezes.

Expansão nacional do movimento

Além da mobilização em São Paulo, outras cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília devem receber manifestações nos próximos dias. Os protestos ampliam o movimento nacional em defesa dos direitos dos animais e cobram providências para o caso.

Orelha tinha aproximadamente 10 anos e foi vítima de agressão na Praia Brava, em Florianópolis, em 4 de janeiro. Em razão da gravidade dos ferimentos, foi necessário realizar eutanásia para evitar sofrimento ao animal, segundo informações divulgadas.

A Polícia Civil aponta quatro adolescentes de classe média alta como suspeitos do crime. As investigações incluem não apenas maus-tratos, mas também possíveis danos ao patrimônio e crimes contra a honra. Outro cachorro, Caramelo, quase foi afogado, mas conseguiu escapar.

Investigações da Polícia Civil sobre a morte do cão Orelha

Dois dos suspeitos tiveram celulares e roupas apreendidos pela Polícia Civil de Santa Catarina depois de retornarem dos Estados Unidos. Eles desembarcaram no Aeroporto Internacional de Florianópolis na quarta-feira 29. As investigações sobre o caso continuam em andamento.

Nadini Marini, presidente do Instituto Amor em Patas, tratou da mobilização à emissora CNN Brasil. “É uma das primeiras vezes que isso acontece em uma escala tão grande, em que um caso impacta tantas pessoas”, afirmou. “Conseguimos unir tantas pessoas com o mesmo propósito. A gente quer justiça para esse e para todos os outros casos que passam despercebidos por muita gente.”

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4 comentários
  1. FRANCISCO FERREIRA
    FRANCISCO FERREIRA

    Não que não deva haver manifestação contra tão cruel acontecimento, porém não vejo o brasileiro se indignando contra o massacre de inocentes que ocorre no Irã, contra o ataque do Hamas à Israel e tampouco contra o massacre de cristãos na África (Nigéria, Burkina Faso, Mali, Sudão, República Democrática do Congo (RDC), Coreia do Norte e Paquistão). A hipocrisia chegou a esse nível? Vidas são vidas, mas não vejo apoio, indignação e manifestação a favor de inocentes sendo mortos apenas por pensarem diferente. O comunismo, usando desse argumento, assassinou cerca de 150 milhões de pessoas e a indignação foi zero! Vidas humanas não importam? Desde quando isso virou norma?

  2. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Gostaria também de ver: manifestações contra corrupção, contra os 6 bilhões roubados de aposentados, contra o estelionatário do Banco Master, contra a injustiça dos 3 poderes, contra um senado inerte, contra uma educação basica e pública de baixa qualidade. Sem esquecer da miséria e violência urbana.🤪

  3. daise a.scopiato
    daise a.scopiato

    O brasil inteiro está do seu lado Floripa! Não nos decepcione!!!

  4. daise a.scopiato
    daise a.scopiato

    Vamos lá Floripa!! Vcs se proclamam defensores de Direitos!! Mostrem a força e o caráter que seu povo tem e Exijam que a punição não seja engavetada!!!!

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