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Brasil

Bandidos suspeitos de matar policial da Rota são identificados

Dois criminosos foram presos e um morreu em troca de tiros

operação escudo
O soldado Patrick Bastos Reis, que foi assassinado por criminosos no Guarujá (SP) | Foto: Divulgação/PM-SP

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo informou que identificou quatro suspeitos de envolvimento na morte do policial militar Patrick Bastos Reis, integrante das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota). O crime aconteceu no Guarujá, no litoral paulista, na quinta-feira 28.

Conforme o secretário Guilherme Derrite, dois já foram presos e um morreu em confronto com policiais. “Dois deles estão presos. Em um outro ponto do Guarujá, houve confronto com a Rota e um criminoso morreu. Não vamos descansar enquanto não prendermos todos”, afirmou Derrite em uma publicação no Twitter. Ainda segundo o secretário, um dos detidos é líder do Primeiro Comando da Capital na Baixada Santista.

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Os criminosos também atingiram um cabo que acompanhava o agente morto. O policial segue em observação e não corre risco de morrer.

“Os PMs do 1º Batalhão de Choque faziam patrulhamento pela comunidade quando foram atacados por criminosos armados que efetuaram disparos de arma de fogo”, informou a SSP, em nota.

Morte do soldado da Rota

O policial da rota Patrick Bastos Reis foi baleado durante patrulhamento na comunidade Vila Zilda, no Guarujá. Os bandidos atingiram o agente com um disparo na região do tórax. Ele chegou a ser atendido por outros policiais que se dirigiram ao local do crime, mas não resistiu.

Morto por criminosos, o policial da Rota da PMSP tinha 30 anos de idade. O soldado Bastos Reis deixa a mulher e um filho, de 2 anos.

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4 comentários
  1. Christian
    Christian

    Crime contra policiais deveria ser considerado Hediondo. Imprescritível, pena maxima, sem condicional, sem fiança.
    Cadeia dura e pronto.

  2. Cláudio José Tessarini Gandolfi
    Cláudio José Tessarini Gandolfi

    Gostaria muito de a equipe de reportagem da Oeste, daqui uns seis meses, fosse entrevistar a esposa, agora viúva do policial, para saber se ela está recebendo algum benefício do Estado de São Paulo. Até onde sei, ficam desamparadas, inclusive policiais que ficaram inválidos durante combate ao crime. Espero que a atual administração do Estado, mude esta realidade.

  3. João Carlos de Souza Carvalho
    João Carlos de Souza Carvalho

    Tinham mais é de cancelar os CPFs dos outros dois ! Criminoso não se regenera ,só fica pior ! Prisão não adianta ,ainda mais no Brasil !

  4. XY / XX
    XY / XX

    Estamos esperando por mais 3 CPF cancelados. Eles tem que aprender que matar um policial é o mesmo que assinar a pena de morte. Assim de simples. Condolencias a familia do bravo guerreiro que perdeu a vida lutando contra o crime. ESTAMOS ESPERANDO ALGUM PRONUNCIAMENTO DO MINISTRO DA JUSTIÇA.

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