Brasil não corre risco de desabastecimento em supermercados e hortifrútis

Segundo o presidente da Conab, Guilherme Bastos, "Caso sejam identificados problemas, atuaremos para que sejam reduzidos o quanto antes”.
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Fim da distribuição gratuita de sacolas plásticas pelos supermercados, que passarão a ser cobradas, com objetivo de reduzir o excesso de plástico descartado no meio ambiente
Fim da distribuição gratuita de sacolas plásticas pelos supermercados, que passarão a ser cobradas, com objetivo de reduzir o excesso de plástico descartado no meio ambiente

Segundo a Conab, as centrais de abastecimento estão em pleno funcionamento

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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Técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) voltaram a afirmar nesta quinta-feira, 16, em Brasília, que, apesar da corrida inicial a centrais de abastecimento e supermercados, por conta da covid-19, o Brasil não corre risco de desabastecimento.

Segundo o presidente da Conab, Guilherme Bastos, “as centrais de abastecimento estão em pleno funcionamento e adotaram diversas medidas de controle sanitário para a segurança, na prevenção ao novo coronavírus, com o objetivo de assegurar à população o acesso aos mais variados produtos, não havendo, portanto, indícios de desabastecimento de hortifrúti no país”, disse Bastos. “Caso sejam identificados problemas, atuaremos para que sejam reduzidos quanto antes”, acrescentou.

O diretor-executivo de Operações, Abastecimento e de Política Agrícola da Conab, Bruno Cordeiro, disse que, enquanto hortifrútis e supermercados intensificaram as compras em razão de maior demanda, bares e restaurantes diminuíram devido ao fechamento dos estabelecimentos imposto por alguns Estados. Isso fez com que os produtos fossem repassados a outras centrais de vendas. Cordeiro também destacou que em março houve aumento no preço de produtos como batata, cenoura, tomate, cebola e frutas.

Segundo ele, as exceções ficaram com a maçã, que teve queda de preço variando entre -3,38% (em Minas Gerais) e -7,14% (Pernambuco), e as folhosas perecíveis, como a alface, com baixa de -15,69% no Espírito Santo e de -9,84% em São Paulo.

“É importante frisar que os aumentos registrados são sazonais, pois o excesso de chuvas em importantes regiões produtoras prejudica o cultivo”, disse Cordeiro, de acordo com informações da Agência Brasil.

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