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CCJ aprova moção de repúdio a médico estuprador

Bezerra está em Bangu 8

médico estuprador
Médico Giovanni Quintella Bezerra | Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, na terça-feira 2, um requerimento de repúdio contra o médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra. O homem foi preso em flagrante depois de estuprar uma paciente durante uma cesariana. O texto é de autoria do deputado federal Diego Garcia (Republicanos-PR).

Garcia afirma que a conduta do médico no exercício da profissão é uma “atitude, desumana, criminosa e demoníaca do médico no momento de maior emoção da vida de uma família”.

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Para o parlamentar, a vítima está lidando com os acontecimentos traumáticos que lhe foram causados após o crime, além de enfrentar as alterações emocionais e psicológicas que uma mulher enfrenta no pós-parto.

Garcia ainda cobra providências do Ministério Público e do Conselho Federal de Medicina. “Esse médico não pode exercer nunca mais a profissão e precisa receber a pena máxima, tendo em vista que o trauma causado na vida dessa mãe e dessa família jamais poderá ser esquecido”, explicou.

O crime

Funcionárias do Hospital da Mulher Heloneida Studart, no Rio de Janeiro, decidiram gravar o médico com uma câmera escondida, após desconfiar da atuação dele em outros procedimentos cirúrgicos. Elas começaram a estranhar a quantidade de sedativo aplicada e como ele se movimentava atrás do lençol que separava a equipe.

Ao verificar as imagens, as funcionárias acionaram a polícia. Conforme o G1, a checagem não pôde ser feita em tempo real, impossibilitando que o crime fosse impedido. Uma das funcionárias disse à polícia que Bezerra sempre ficava à frente do pescoço e da cabeça da paciente, fazendo com que nenhum outro funcionário pudesse ver o que acontecia na sala de cirurgia.

No vídeo em questão, uma mulher está deitada na maca, anestesiada. De um lado, a equipe médica inicia o procedimento de cesariana na paciente. Do outro lado, o criminoso abre o zíper da calça e introduz o órgão sexual na boca da mulher.

Em 11 de julho, o médico foi levado para a Cadeia Pública José Frederico Marques, RJ, onde passou por uma audiência de custódia. Depois do procedimento, a Secretaria de Administração Penitenciária comunicou que Bezerra foi encaminhado para Bangu 8.

O anestesista está preso por tempo indeterminado e vai ter sua prisão reavaliada daqui a 90 dias. Durante esse período, o inquérito do caso pode ser concluído e entregue ao Ministério Público, que vai decidir em manter ou não a prisão do médico. O homem foi indiciado por estupro de vulnerável, que prevê pena de oito a 15 anos de prisão.

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3 comentários
  1. Renato Zezzi Garcia
    Renato Zezzi Garcia

    Como todo criminoso,o estuprador era esquerdista e vai votar no ladrão de 9 dedos. Alias,segundo pesquisa publicada no site da rede esgoto 84% dos presos votaram no poste

  2. Paulo
    Paulo

    Deveriam melhorar as leis e permitir uma condenação maior em diversos crimes, além de diminuir as apelações e os benefícios aos criminosos! Seria muito mais útil!

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