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Chefe da milícia no Rio morre depois de tiroteio com rival

Nanan era um dos bandidos mais procurados pela polícia; ele disputava com Zinho o controle da zona oeste carioca

Milícia Rio
Nanan era um dos mais procurados pelo Estado do Rio de Janeiro | Foto: Reprodução/Redes sociais

Um intenso tiroteio entre grupos rivais da milícia, na zona oeste do Rio, deixou dois mortos, na noite desta sexta-feira, 3, no Complexo de Favelas João XXIII. Entre eles, Alan Ribeiro Soares, conhecido como Nanan e apontado pela polícia como o chefe do principal grupo rival de Luís Antônio Braga da Silva, o Zinho, que controla a milícia na região.

Nanan era considerado foragido pela polícia. A disputa entre ele e Zinho, também foragido, começou depois da morte do chefe do grupo, Wellington da Silva Braga, o Ecko, durante uma operação da Polícia Civil, em 2021.  

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Nanan, chefe da milícia no Rio
Nanan era considerado foragido pela polícia e alvo de quatro mandados de prisão | Foto: Reprodução/Polícia-RJ

Embora fosse o braço direito de Ecko, Nanan não herdou o lugar do chefe dentro do grupo. Quem assumiu o controle da facção criminosa foi o irmão dele, o Zinho, que prestava serviços para a quadrilha e vivia um momento de ascensão no crime.

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O rompimento entre Zinho e Nanan aconteceu em 2022. De lá para cá, os dois disputavam territórios na zona oeste do Rio, aumentando a violência na região. 

Um dos quatro mandados de prisão de Nanan foi expedido pela 1ª Vara Criminal da Capital, no dia 14 de setembro deste ano. Ele era apontado pela polícia com um dos executores do assassinato do ex-vereador carioca Jerônimo Guimarães Filho, o Jerôminho.

Leia também: “Miliciano morto no Rio era sobrinho de chefe de facção criminosa”

Segundo a polícia, Nanan teria cometido o crime a mando de Zinho, quando ainda não eram rivais.

Os policiais militares do 27º BPM de Santa Cruz, que encontraram os corpos, ainda não identificaram o outro homem. Uma pistola foi apreendida com quatro carregadores. O local foi isolado para perícia da Delegacia de Homicídios da Capital, que assumiu a investigação.

Ônibus incendiado na BR 465

A polícia acredita que o grupo de Nanan seja o autor de um incêndio em um ônibus, na manhã deste sábado, 4, na BR 465, antiga Rio-São Paulo, no sentido Seropédica, na altura de Nova Iguaçu. A ação teria sido em represália a morte do chefe após tiroteio com o grupo rival.

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1 comentário
  1. Christian
    Christian

    Que eles se matem entre eles…Alívio para a população !!!

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