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Coronavírus: 354 milhões de doses estão asseguradas em 2021, diz Pazuello

Fiocruz e Butantan garantem o contingente, mas governo também busca outros fornecedores

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Pazuello: se Gilmar Mendes quer falar de genocídio, vai ter de encarar o "front" primeiro | Foto: José Dias/PR

Em pronunciamento oficial de rádio e televisão feito na quarta-feira 6, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o Brasil tem 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 garantidas para 2021. A quantidade é a soma da produção da Fiocruz e do Instituto Butantan. Durante a declaração, Pazuello também revelou que o governo federal está em negociação com outros cinco fornecedores.

“Temos, hoje, 354 milhões de doses de vacinas asseguradas para 2021, sendo 254 milhões pela Fiocruz em parceria com a AstraZeneca e 100 milhões de doses pelo Butantan, em parceria com a SinoVac”, garantiu o ministro. “Estamos em negociação com os laboratórios Gamaleya, da Rússia, Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos, e Barat Biotech, da Índia.”

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No vídeo, Pazuello ainda afirma que o Ministério da Saúde está trabalhando para solucionar questões legais para viabilizar o fornecimento do imunizante da Pfizer. Segundo o relato, a empresa exige “isenção total e permanente de responsabilização civil por efeitos colaterais advindos da vacinação, a transferência de julgamentos de possíveis ações judiciais para fora do foro do Brasil e disponibilização permanente de ativos brasileiros no exterior para a criação de um caução para custear possíveis ações judiciais”.

Quanto às seringas, o ministro informa que já existem 60 milhões de unidades disponíveis para iniciar a vacinação ainda este mês e ressalta que outras 38 milhões serão entregues. “Temos também a garantia da Organização Panamericana de Saúde de que receberemos mais 8 milhões de seringas e agulhas em fevereiro, além de outras 30 milhões já requisitadas à Abimo [Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos]”, garantiu.

 

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1 comentário
  1. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    As doses da vachina do Dória/Butantan podem jogar no lixo.

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