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Auxílio emergencial só com segunda onda do coronavírus, afirma Paulo Guedes

Imposto sobre transações financeiras continua no radar do Ministério da Economia
O ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL
O ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL | O ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

Imposto sobre transações financeiras continua no radar do Ministério da Economia

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O ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: Fabio Pozzobom /Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, informou nesta quinta-feira, 12, que uma segunda onda do coronavírus causaria a prorrogação do auxílio emergencial. “Existe possibilidade de haver uma prorrogação do auxílio emergencial? Aí vamos para o outro extremo. Se houver uma segunda onda de pandemia, não é uma possibilidade, é uma certeza. Nós vamos ter de reagir, mas não é o plano A. Não é o que estamos pensando agora”, disse em um evento promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) para falar do cenário econômico do país.

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Guedes lembrou, no entanto, que a pandemia está arrefecendo no país e que os eventuais gastos causados por uma mudança na trajetória da doença não seriam os mesmos. “A pandemia está descendo, o auxílio está descendo junto, e economia voltando. Essa é nossa realidade, nosso plano A. ‘Ah, mas veio uma segunda onda’. Ok, vamos decretar estado de calamidade de novo e vamos nós, de novo, com a experiência que temos agora, recalibrando os instrumentos”, ponderou. “Ao invés de gastar 10% do PIB, como foi nesse ano, gastamos 4% [em 2021]”.

Imposto sobre transações financeiras

O economista voltou a citar a proposta de imposto sobre transações financeiras que, na visão dele, não aumenta a carga tributária do país e é um mecanismo para desonerar a folha de pagamento. “Nós não queremos criar um imposto. Queremos desonerar a folha de pagamentos. Quando nós falamos em desonerar a folha, precisamos encontrar uma forma de financiamento dessa desoneração. E daí falamos então no imposto, na verdade na contribuição, sobre transações. Inclusive, principalmente, as digitais, que são as que mais crescem no país. Foi nesse sentido que consideramos essa alternativa de tributação, mas sempre com a perspectiva que não há aumento de impostos”, afirmou.

 

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