Embraer dispara na venda de jatos executivos em 2022

Por ano, o mercado movimenta US$ 18 bilhões, e as entregas somam cerca de 700 unidades em todo o mundo
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Por ano, o mercado de jatos executivos movimenta US$ 18 bilhões no mundo
Por ano, o mercado de jatos executivos movimenta US$ 18 bilhões no mundo | Foto: Embraer/Divulgação

A Embraer nunca comercializou tantos jatos executivos quanto em 2022. Neste ano, para cada duas aeronaves entregues, outras cinco foram vendidas pela companhia brasileira, afirmou o diretor de vendas da Embraer Aviação Executiva na América Latina, Gustavo Teixeira, em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada nesta terça-feira, 9. 

Por ano, o mercado de jatos executivos movimenta US$ 18 bilhões, e as entregas somam cerca de 700 unidades em todo o mundo. A Embraer, por sua vez, projeta entregas de 100 a 110 aeronaves a clientes no Brasil e em outros países em 2022, ante um total de 93 unidades fornecidas em 2021.

“Na fila de novos pedidos, o Brasil ocupa posição relevante, e essa tendência deve se manter nos próximos anos”, disse Teixeira. “A aviação executiva brasileira vive um novo normal, por causa da percepção de seu valor. O crescimento no Brasil tem ficado consistentemente em linha com os níveis do mercado global.”

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Tanto a maior demanda por táxi aéreo quanto a chegada de novos clientes a esse mercado, de bancos a grandes indústrias, de redes de varejo ao agronegócio, têm puxado as encomendas no país. Para fazer frente ao crescimento projetado para a frota, a companhia acaba de duplicar a área útil de seu Centro de Serviços, em Sorocaba (SP), mediante investimentos de R$ 10 milhões.

Com cerca de 1,6 mil jatos entregues em mais de 70 países desde que entrou na aviação executiva, em 2002, a Embraer tem presença mais significativa no Brasil — que tem a terceira maior frota de jatos executivos do mundo — do que nos demais mercados. Cerca de 80% dos jatos fabricados pela empresa têm como destino Estados Unidos e Europa, e, em média, 10% das entregas ficam na América Latina, incluindo México. O Brasil é o maior mercado da região.

Leia também: “Uma revolução na mobilidade urbana“, artigo de Bruno Meyer publicado na Edição 120 da Revista Oeste

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