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Ex-governador do Rio de Janeiro se livra de ação

Justiça excluiu Luiz Fernando Pezão de processo sobre obras dos estádios da Copa do Mundo de 2014

rio de janeiro
A ação foi proposta pelo Ministério Público em 2018 | Foto: Foto: Reprodução

Luiz Fernando Pezão, ex-governador do Rio de Janeiro, foi excluído como réu de uma ação que apura irregularidades nas obras dos estádios da Copa do Mundo de 2014.

O processo julga resoluções da Secretaria da Fazenda que teriam gerado a desoneração de tributos nas operações com mercadorias destinadas às obras dos estádios.

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A defesa de Pezão alega, com base na Lei das Autoridades que, apesar de ser vice-governador e também secretário estadual de Obras à época, ele não autorizou nem aprovou os atos.

Os desembargadores que compõem a 7ª Câmara de Direito Privado do Rio de Janeiro entenderam que não há provas na ação que vinculem Pezão aos processos administrativos e de licitação e, portanto, ele não pode ser réu.

Ação foi proposta em 2018

O Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro ajuizou em 2018 a ação civil pública por improbidade administrativa contra Pezão.

De acordo com o MP, Pezão não seguiu as recomendações do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de consultar o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016.

A ação informa que, reiteradas vezes, o TCE recomendou a Pezão que ouvisse o comitê sobre os ajustes necessários na reforma para atender às demandas da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, previstos para dois anos depois.

A suposta omissão de Pezão, segundo o MP, fez com que fosse necessário trocar, para os Jogos de 2016, o sistema de iluminação logo depois da reforma da Copa. Isso teria causado danos ao Erário de quase R$ 3 milhões.

Em 2013, o TCE do Rio de Janeiro alertou Pezão de que ele seria pessoalmente responsabilizado por novos gastos com adaptações no estádio.

Para tentar esconder as despesas extras, segundo o MP, Pezão, já como governador, teria feito uma manobra jurídico-financeira, por meio de incentivos fiscais.

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2 comentários
  1. Christian
    Christian

    corrupção corre solta e a justiça passa a mão.
    Que país é esse ?

  2. Paulo
    Paulo

    Hoje só é processado e condenado pela justiça, pessoas que criticam autoridades, principalmente se for ministro do stf, corrupção pode a vontade!

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