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Francisco Schertel Mendes, filho do ministro do STF Gilmar Mendes, aumentou sua participação na CBF ao assumir a vice-presidência da Federação Matogrossense de Futebol em dezembro, o que lhe garante voto nas decisões da entidade. Aos 41 anos, ele é o único brasileiro no comitê disciplinar da Fifa e atua como patrono da CBF Academy, que colabora com o IDP, fundado por seu pai.
Francisco Schertel Mendes, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, ampliou sua participação na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em meio às discussões sobre a criação de uma liga para organizar o Campeonato Brasileiro.
Aos 41 anos, Francisco ocupa a vice-presidência da Federação Matogrossense de Futebol. A função lhe garante assento na assembleia da CBF, direito a voto e participação nas principais decisões da entidade.
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Além da atuação na confederação, Francisco é atualmente o único brasileiro no comitê disciplinar da Fifa. Órgão responsável por analisar processos e aplicar sanções relacionadas às competições organizadas pela entidade. Segundo o UOL, ele afirmou a aliados que não participou da decisão que anulou o cartão vermelho recebido pelo atacante norte-americano Folarin Balogun.
Filho de Gilmar também participa de projeto ligado à CBF
Francisco também atua como patrono da CBF Academy, iniciativa desenvolvida em parceria com o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), fundado por Gilmar Mendes e administrado por sua família.
O presidente da CBF, Samir Xaud, concluiu a formação na CBF Academy. Integrantes ligados ao projeto ocupam cargos na atual administração da entidade.
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O filho de Gilmar participa das discussões sobre a criação de uma liga única para organizar o Campeonato Brasileiro. A proposta em análise prevê maior participação da CBF na gestão da competição e inclui medidas como a implantação do fair play financeiro para os clubes.
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A eleição de Francisco para a vice-presidência da Federação Matogrossense de Futebol ocorreu em dezembro, na chapa liderada por Diogo Amorim Pécora, advogado ligado à Assembleia Legislativa de Mato Grosso e ex-presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Estado.
Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, a disputa contou com apoio do grupo que controla a CBF, além da influência do presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Luís Otávio Veríssimo.
Desde que assumiu o cargo, Francisco passou a participar de iniciativas da federação e da CBF. Conforme o O Estado de S. Paulo, ele liderou delegações de dirigentes em viagens a Inglaterra, Alemanha e Espanha, onde representou o grupo mato-grossense.
No Estado, participou da implantação do árbitro de vídeo (VAR) no campeonato local e colaborou para um novo acordo de transmissão das partidas. A reportagem também informa que pessoas ligadas a Francisco integram projetos de modernização do futebol brasileiro desenvolvidos pela CBF.
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O paspalho sem futuro tem a mesma expressão de idiota completo da pai
O futebol brasileiro vem se transformando em um tremendo negócio nojento há algum tempo. O reflexo dessa porcaria toda é representado pela seleção brasileira de futebol, eliminada vergonhosamente nas oitavas de final, coisa que não acontecia desde 1990. O futebol aproximou-se cada vez mais da extrema esquerda. Agora caiu nas garras de um sujeito cujo pai já declarou que “Nós todos somos admiradores do regime chinês”. Ou o Brasil se livra logo dessa gente a partir de outubro, ou não haverá Brasil para os nossos descendentes.