Integrantes das forças de segurança do Rio de Janeiro (RJ) foram alvo de uma operação do Gaeco, braço do Ministério Público estadual, que busca desarticular um esquema de proteção ao bicheiro Rogério de Andrade. A investigação envolve a participação de corregedorias das Polícias Militar e Civil fluminenses.
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Ao todo, a Justiça expediu 20 mandados de prisão preventiva, incluindo o de Rogério de Andrade e de 19 policiais apontados como seus seguranças. O bicheiro segue preso no Presídio Federal de Campo Grande desde o final de 2024.
Até a manhã desta terça-feira, 10, a polícia já havia capturado 14 suspeitos, porém não divulgou os seus nomes.
Composição do grupo investigado no RJ

O grupo de proteção era formado por 18 policiais militares e penais, tanto da ativa quanto da reserva. Além disso, havia um policial civil já aposentado, que, segundo o Ministério Público, foi cooptado ainda em atividade para atuar no esquema.
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De acordo com a denúncia, os agentes garantiam a segurança em locais de exploração ilegal de jogos de azar na região de Bangu (RJ). Eles responderão por crimes como formação de organização criminosa armada, corrupção ativa e passiva, com agravantes por serem funcionários públicos e por ligação com outros grupos criminosos.






































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