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Marinha lança navio com 'alto poder de combate'

Ao discursar no evento, o comandante da Força destacou a necessidade de defender as riquezas do Brasil

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A construção do navio começou em novembro de 2023, com o corte da primeira chapa de aço, e realizou a Cerimônia de Batimento de Quilha em junho de 2024 | Foto: divulgação/Marinha do Brasil

A Marinha do Brasil, a Sociedade de Propósito Específico Águas Azuis e a Empresa Gerencial de Projetos Navais lançaram a segunda fragata prevista no Programa Fragatas Classe Tamandaré durante evento nesta sexta-feira 8, em Itajaí, Santa Catarina.

A Força batizou o navio com o nome “Jerônimo de Albuquerque” em homenagem ao primeiro comandante de uma frota naval da Marinha nascido em território brasileiro.

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De acordo com a Marinha, “a embarcação tem alto poder combatente para proteger os mais de 5,7 milhões de quilômetros quadrados de área marítima da Amazônia Azul”.

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A embarcação pode monitorar e combater ações de poluição, pirataria, pesca ilegal, entre outras ameaças, e também está pronta para cumprir compromissos internacionais, realizando operações de busca e resgate no mar.

A equipe começou a construir o navio em novembro de 2023, com o corte da primeira chapa de aço, e realizou a Cerimônia de Batimento de Quilha em junho de 2024, marco que iniciou a montagem dos blocos que integram a embarcação.

O comandante da Marinha, almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen, afirmou que o Brasil precisa adotar medidas planejadas e compatíveis com seu papel no cenário internacional.

Navio ainda passará por testes

A cerimônia de lançamento também contou com a participação do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro; e de representantes do almirantado, além de colaboradores do estaleiro.

Nos próximos dias, uma equipe lançará o navio ao mar em uma operação chamada “load out”, que movimenta a embarcação para um dique flutuante.

Depois, a Marinha fará a imersão controlada até o navio conseguir se sustentar na água por conta própria.

“Trata-se de um procedimento complexo e, depois dessa etapa, a fragata será transferida para o cais até a conclusão dos acabamentos e testes necessários para, então, seguir para as provas de mar”, informou a Marinha.

Comandante da Marinha destacou o combate à espionagem

Ao discursar no evento, o almirante Marcos Sampaio Olsen falou em acirramento da rivalidade entre grandes potências e destacou a necessidade de defender as riquezas do país.

“A magnitude dessas riquezas não passa incólume”, afirmou o comandante. “É pois no mar que convergem interesses difusos, legítimos ou não, tornando esse ambiente propício a oportunidades e potencial palco de dissensões.”

Como exemplo recente dessa preocupação, em abril de 2023 a Marinha expulsou um navio alemão que realizava pesquisas sem permissão na Elevação do Rio Grande, área reconhecida pela presença de minerais estratégicos.

Leia também: “Supremo é o povo”, artigo de Silvio Navarro publicado na Edição 282 da Revista Oeste

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4 comentários
  1. PCC
    PCC

    Finalmente! Agora estamos prontos pra qualquer ataque dos EUA.

  2. Oswaldo Galvão Carvalho
    Oswaldo Galvão Carvalho

    agora sim …. quero ver como se comportará o Sr. TRUMP e como reagirá a marinha norte americana.
    nóis é foda.

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