Uma marquise de concreto da Escola de Aplicação da Universidade Federal do Pará desabou durante uma forte chuva na noite desta segunda-feira, 17, em Belém. O local está sendo usado como alojamento para mais de 3 mil indígenas que participam da COP30. A Defesa Civil do Pará interditou a área, chamada de “Aldeia COP”.
Na manhã de segunda-feira, antes do ocorrido, os indígenas participaram de uma marcha paralela à COP30. O ato marcou o dia dos povos originários na conferência, no inciso da segunda semana de programação.
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COP30: Ministério dos Povos Indígenas diz que não há feridos
Em nota, o Ministério dos Povos Indígenas informou que um raio atingiu uma calha concretada, causando o desabamento. No momento do ocorrido, a sala atingida funcionava apenas como área administrativa, e não como dormitório. Por isso, não havia ninguém no local durante o desabamento.
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“A marquise caiu do 2° andar com alguns aparelhos de ar condicionado presos a ela, porém a queda dos escombros foi rente à construção e em uma área verde aberta que estava sem presença de pessoas em decorrência da tempestade”, diz trecho da nota.

A segurança da Escola de Aplicação isolou a área. Além disso, equipes técnicas e órgãos competentes foram acionados para vistoria e reparos. O Corpo de Bombeiros ainda avalia o local para identificar possíveis riscos e orientar as intervenções necessárias.









































A culpa é da crise climática.
Pobre Brasil……qdo seremos um país sério????????
Nenhum estrageiro vem ao Brasil, para ter a ideia que esse e um local serio…
Todos pintam esse bostil,como uma zona de prostituicao e trafico de drogas..
Esses nossos politicos no poder atualmente, sao uma vergonhaaaaa…
Que fiasco….