Kaique Carlos de Souza Ribeiro — criminoso que viralizou nas redes sociais por brincar com a juíza durante uma audiência de custódia em Goiás — morreu em decorrência de uma troca de tiros com policiais militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Trindade, na segunda-feira 24.
A ocorrência teve início quando a equipe da CPE intensificou a fiscalização na rodovia, depois de receber denúncia sobre dois suspeitos que transportavam drogas de Nova Veneza para Inhumas.
Receba nossas atualizações
Ao perceberem a aproximação policial, os suspeitos tentaram fugir em alta velocidade, mas acabaram interceptados pouco depois.
+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste
De acordo com informações da Polícia Militar, ao abandonar o carro na lateral da estrada, os dois homens desceram atirando contra os agentes, que responderam aos disparos.
Os policiais conseguiram neutralizar os dois suspeitos, que morreram no local antes da chegada do socorro médico. Um dos atingidos era Kaique.
Kaique possuía antecedentes criminais por homicídio, tráfico de drogas, roubo e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Além disso, segundo a PM, o criminoso tinha ligação com uma facção do Rio de Janeiro. A identidade do segundo suspeito não foi divulgada.
Dentro do veículo, os policiais apreenderam 11 tabletes de maconha e dois revólveres calibre 38.
Leia mais:
Mesmo reincidente, criminoso ficou livre depois de audiência de custódia
Em maio deste ano, Kaique viralizou nas redes sociais ao surpreender a juíza Mônica Miranda, de Inhumas, em uma audiência de custódia.
Durante a sessão, Mônica Miranda dirigiu-se a Kaique da seguinte forma: “Você aqui de novo?! Ê, menino! Se você fosse meu filho…”. “Me ajuda a te ajudar”.
Na época, a postura da magistrada gerou diversas críticas nas redes sociais.
Leia também: “A vez da segurança pública”, artigo de Silvio Navarro publicado na Edição 297 da Revista Oeste
Ao comentar o caso, o capitão do Bope e especialista em segurança pública, Rodrigo Pimentel, afirmou que Kaique poderia estar vivo caso estivesse preso.
“A audiência de custódia soltou quem não podia sair, e adivinha o resultado?”, escreveu Pimentel no Instagram. “Voltou imediatamente para a rua e, dias depois, morreu em confronto.”
“Ele poderia estar vivo hoje se estivesse cumprindo pena, longe das armas, das facções e do crime”, completou. “Esse caso mostra quanto algumas decisões judiciais ignoram a realidade do sistema penal e da violência urbana.”








































Em toda a carreira dessa militante disfarçada de juíza, talvez essa tenha sido a sua melhor decisão .
Kkkkkkkk
Polícia militar enviou ele direto pro inferno,quero ver audiência de custódia.
Menos DOIS RATOS…!
Foi tarde! Será que a juíza irá no velório do vagabundo?
O “FILHINHO” agora está bem guardado!
A esquerdalha já começou a chamar os policiais de assassinos?
A “gênia” das abordagens policiais já vomitou que eles deveriam ter usado pedras contra os criminosos?