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Necessidade de licenças faz asfaltamento na BR-158 começar apenas em 2022, afirma Bolsonaro

Estrada é passagem para transporte de 140 mil toneladas por dia durante a safra
O tráfego diário é de até 2.000 caminhões com duas carretas cada
O tráfego diário é de até 2.000 caminhões com duas carretas cada | Divulgação/Redes Sociais

Por decisão da Justiça, o trecho de 110 km da BR-158 que corta a Reserva Indígena Marãiwatsédé em Mato Grosso não pôde ser asfaltado. De acordo com o presidente Jair Bolsonaro, na área de 165.000 hectares (que equivale a cerca de 231 mil campos de futebol) vivem 781 índios. Em razão da determinação judicial, o projeto teve de ser desviado em 190 km.

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Bolsonaro também revelou que, durante as safras, 140 mil toneladas por dia são transportadas pela BR-158 — o tráfego diário é de até 2.000 caminhões com duas carretas cada. Ainda assim, devido à necessidade de outras licenças, a obra vai poder começar apenas em 2022.

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6 comentários

  1. Não serão essas decisões judiciais que tornam nosso pais INSEGURO para investimentos nacionais e estrangeiros? Pois é, mas nossas decadentes celebridades ambientais, politicas e sociais dizem que o governo Bolsonaro prejudica investimentos estrangeiros no pais. Quem investe em um pais que o PASSADO fiscal, trabalhista e ambiental é INCERTO?

    1. Muita terra para poucos índios. Isso so leva o pais para o subdesenvolvimento. Espero que contornem a reserva e nunca mais arrumem essa estrada.quero ver os índios saírem da reserva sem estradas,ficarão bem preservados.a br 319 é outra que não conseguem asfaltar por problemas ambientais. Todos os órgãos estão aparelhos. ONGs,ambientalistas não deveriam existir

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