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A Polícia Penal do Rio de Janeiro apreendeu um celular na cela do ex-vereador Jairinho, nesta quarta-feira, 1º, no presídio Bangu 8, depois de um levantamento de inteligência que indicou a posse do aparelho, escondido entre livros. A Secretaria Estadual de Polícia Penal abrirá um processo disciplinar para investigar a conduta do preso e possíveis falhas dos servidores, enquanto Jairinho foi colocado em isolamento.
A Polícia Penal do Rio de Janeiro encontrou um celular na cela de Jairo Souza Santos Júnior, o ex-vereador Jairinho. Os agentes realizaram a apreensão nesta quarta-feira, 1º, no presídio Bangu 8, no Complexo de Gericinó.
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A descoberta ocorreu em consequência de um levantamento de inteligência. A Corregedoria da instituição apurou que Jairinho mantinha um telefone na cela. Os policiais vasculharam o espaço e acharam o aparelho escondido no meio de livros.
A Secretaria Estadual de Polícia Penal do Rio de Janeiro vai abrir um processo disciplinar. A investigação pretende apurar a conduta do preso e identificar possíveis falhas dos servidores da unidade. Como punição imediata, a direção do presídio colocou o ex-vereador em isolamento.
A instituição reforçou o compromisso com a fiscalização constante. O objetivo é barrar a entrada de itens proibidos e garantir a segurança do sistema prisional fluminense. A 34ª Delegacia de Polícia, em Bangu, assumiu o registro da ocorrência.
A condenação de Jairinho pelo assassinato de Henry Borel
O episódio acontece poucas semanas depois do desfecho judicial do caso Henry Borel. O 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou Jairinho a 43 anos e nove meses de prisão pela morte do menino. O julgamento durou quase duas semanas e se tornou o mais longo da história do Estado.
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A Justiça considerou o ex-vereador culpado por homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo. O tribunal determinou ainda o pagamento de R$ 400 mil em indenização ao pai da criança, Leniel Borel.
Já a mãe do menino, Monique Medeiros, recebeu um destino diferente. Os jurados entenderam que ela agiu com negligência, desclassificando o crime intencional. O tribunal a condenou por homicídio culposo e aplicou o perdão judicial.
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A juíza responsável pelo caso extinguiu a pena de Monique. A magistrada considerou o tempo em que a ré já havia ficado presa durante as fases de investigação. O Ministério Público discordou da decisão e recorre do perdão concedido à mãe.
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