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Brasil

Roteirista fala se Suzane Von Richthofen recebeu por novo filme

‘A Menina que Matou os Pais - A Confissão’ foi lançado nesta sexta-feira, 27

Suzane von Richthofen
Segundo o roteirista Raphael Montes, Suzana Von Richthofen e os irmãos Cravinhos não possuem nenhum direito sobre a obra | Foto: Reprodução/ Wikipedia

O roteirista dos três filmes sobre Suzane Von Richthofen, Raphael Montes, revelou uma série de curiosidades sobre a nova produção “A Menina que Matou os Pais – A Confissão”, que estreou no Amazon Prime Video, nesta sexta-feira, 27.

A obra promete concluir a narrativa baseada em eventos reais apresentada nos dois filmes anteriores, “A Menina Que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”.

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Os filmes foram inspirados nos assassinatos de Manfred e Marísia Von Richthofen, cometidos pela filha do casal, Suzane, e pelos irmãos Cravinhos.

Porém, alguns boatos e informações falsas relacionadas à produção surgiram na internet.

No Instagram, Montes contou detalhes sobre o envolvimento da ex-presidiária nas produções.

Suzane não recebeu

Segundo o roteirista, Suzane e os irmãos Cravinhos nunca receberam e nem irão receber nenhum valor pelas obras.

“As pessoas retratadas no filme nunca receberam e não receberão nenhum pagamento ou compensação. Elas não possuem nenhum direito sobre a obra”, esclareceu.

Montes afirmou que não houve contato entre a produção e Suzane, os irmãos Cravinhos e seus familiares. Os envolvidos no caso não contribuíram para o filme.

O roteirista disse que a produção foi inspirada em registros públicos do processo.

“O filme é uma adaptação de uma história real baseada exclusivamente nos depoimentos transcritos nos autos do processo. Esses autos são públicos”, explicou.

atriz Carla Diaz como Suzane von Richthofen filme
Estrelado por Carla Diaz, como Suzana Von Richthofen, filme “A Menina que Matou os Pais – A Confissão” é baseado em depoimentos transcritos nos autos do processo do crime cometido pela ex-presidiária | Foto: Reprodução/ redes sociais

Sem recursos públicos

Montes também declarou que a produção foi feita de maneira privada.

“Os filmes são produções feitas com investimento privado. Não há nenhum uso de verbas públicas em suas realizações”, afirmou.

O roteirista negou que as obras tenham romantizado o assassinato. De acordo com ele, a interpretação dos fatos e das versões é atribuída ao público.

“Os filmes não indicam culpados ou inocentes, e não glorificam ou romantizam os assassinatos”, disse.

3 comentários
  1. Celso Ricardo Kfouri Caetano
    Celso Ricardo Kfouri Caetano

    Esse é o Brasil que dá certo….quanto pior melhor é o que o povão gosta desde celebridades, políticos e outros, caso contrário nossa vida seria diferente. Embora outros países exemplo Estados Unidos gostam de levar ao público exibições focadas em chefões mafiosos (Lucky Luciano, Dillinger etc), bandoleiros do velho oeste (Butch Cassidy, Sundance Kid, Bill the Kid) mas nenhum cometeu a atrocidade de matar pai e mãe. Esta figura logo logo será contratada pelos grupos de comunicação e vai virar famosa como é jargão desse meio. E pior, audiência em peso haja vista as porcarias que temos no entretenimento televisivo se mantendo há anos no ar.

  2. Christian
    Christian

    Incrível que os filmes Brasileiros, em 90% retratam assassinatos, racismo, homofobia, causas feministas.
    Não tem mais nada de interessante para falar e virar roteiro de filme ????
    Parece que apenas a minoria e a desgraças tem vez no cinema brasileiros.
    Cansou…

  3. Mauricio Angeli Spinosa
    Mauricio Angeli Spinosa

    Desgraça atrai público. Isso mostra em que patamar a civilização rasteja. Tantos exemplos de superação que nós temos, de pessoas excepcionais que com seus atos melhoraram a vida de outras pessoas, mas temos aí três filmes sobre essa assassina manipuladora, e mais outros sobre a garota de programa que matou e picotou o marido rico (matsunaga), ou o casal de psicopatas (nardoni) que matou a pobre menina.
    Que tristeza! O capeta é que vai perder tempo precioso de vida pra assistir a isso.

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