‘Tratamento imediato da covid-19 é essencial’, afirma virologista Paolo Zanotto

Declaração foi proferida durante entrevista concedida ao programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, exibido nesta quarta-feira, 16
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Paolo Zanotto participou de <i>Os Pingos nos Is</i>
Paolo Zanotto participou de Os Pingos nos Is | Foto: Reprodução/YouTube

O virologista Paolo Zanotto concedeu entrevista ao programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, exibido nesta quarta-feira, 16. Durante a conversa, o biólogo falou sobre gabinete paralelo, assassinato de reputação, mortalidade da doença causada pelo novo coronavírus e obrigatoriedade das vacinas.

Gabinete paralelo

Segundo Zanotto, o termo “gabinete paralelo” surgiu depois de ele ter visitado o presidente da República, Jair Bolsonaro, em Brasília. Na ocasião, o virologista apresentou ao governo federal uma proposta para a criação de comitê de cientistas capacitados, a fim de acompanhar a evolução do novo coronavírus no Brasil.

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“A ideia era simples e essencial: ter os melhores cientistas do país, na área de imunologia e vacinologia, trabalhando num grupo de pessoas independentes”, afirmou Zanotto. “Ainda assim, no meu caso, nenhuma das sugestões foi acatada.”

Assassinato de reputação

De acordo com Zanotto, há perseguição avassaladora contra profissionais que não aderem à ideologia esquerdista. “Trata-se, basicamente, de uma coisa criminosa”, criticou. “Os caras estão à margem da lei, disseminando fake news. É inacreditável como essas pessoas operam de forma completamente criminosa.”

O virologista afirma, ainda, que a probabilidade de punição dos infratores é baixa, porque não há mais, segundo ele, estado de direito no Brasil. “O assassinato de reputação moral das pessoas, neste país, ocorre à luz do Sol, da imprensa, de todos”, afirmou. “Mas não acontece nada com os criminosos.”

Mortalidade da doença causada pelo novo coronavírus

Os profissionais da área de saúde estão, segundo Zanotto, aprendendo o modo como o novo coronavírus funciona. “Já sabemos a maneira adequada de tratamento da doença, que deve ser imediato”, explicou. “Deve-se tratar o paciente rapidamente, quando os primeiros sintomas são apresentados. Isso é crucial para a não evolução da fase de replicação viral.”

Obrigatoriedade das vacinas

O biólogo argumenta que a obrigatoriedade do imunizante contra a covid-19 deve ser discutida pela sociedade, mas sem imposição estatal. “Trata-se de questão muito séria”, asseverou Zanotto. “A obrigatoriedade abre um precedente gigantesco, pois vai de encontro ao art. 5º da Constituição Federal. Tenho um pouco de medo.”

Leia também: “‘Somos contra a obrigatoriedade da vacina’, afirma presidente do Conselho Federal de Medicina”

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