Três prefeitos de capitais afirmam que a reabertura das escolas será prioridade

Bruno Covas, Bruno Reis e Eduardo Paes garantiram, sem informar quando, que as aulas presenciais serão retomadas
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Bruno Covas é o virtual candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo | Foto: HELOÍSA BALLARINI/SECOM/PMSP
Bruno Covas é o virtual candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo | Foto: HELOÍSA BALLARINI/SECOM/PMSP | bruno covas - prefeito de são paulo

Bruno Covas, Bruno Reis e Eduardo Paes garantiram, sem informar quando, que as aulas presenciais serão retomadas

três prefeitos de capitais
Bruno Covas, prefeito reeleito de São Paulo | Foto: Heloísa Ballarini/Secom/PMSP

Ao tomarem posse, em 1º de janeiro deste ano, pelo menos três prefeitos de capitais brasileiras colocaram a retomada das aulas presenciais entre suas prioridades de governo. O Brasil é o país do mundo em que as escolas estão fechadas por mais tempo por causa da pandemia de coronavírus: quase 200 dias.

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“Sou a favor de que a gente retome as aulas normais, com a maior brevidade possível”, afirmou Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, de acordo com o jornal O Dia. “Não é possível você ter shopping center aberto, praias abertas, pessoas andando de BRT e as crianças sem aula. É impressionante, tudo abriu menos a aula. Isso é uma daquelas consequências terríveis da doença. A gente tem casos de criança esquecendo como escreve o nome, e a gente não pode deixar isso acontecer. É um crime com as crianças, com o futuro do país e com o futuro da nossa cidade”.

Leia também: Escolas vão reabrir na Itália em janeiro

Em seu discurso de posse, Bruno Reis, prefeito de Salvador, disse que um de seus objetivos é ser “o prefeito da educação”. “Vamos ter que organizar a retomada das aulas, esse é um desafio colocado”, garantiu. “Precisamos cuidar para que as crianças não percam dois anos e comprometam o seu presente e futuro”.

Também durante o discurso de posse, Bruno Covas, prefeito reeleito de São Paulo, colocou a educação entre as três missões urgentes de sua gestão — ao lado do combate ao coronavírus e da manutenção das ações sociais para aqueles que perderam seus empregos por causa da pandemia. “A segunda missão imediata é garantir a retomada segura das aulas presenciais, sob pena de comprometermos irremediavelmente o futuro de milhões de nossas crianças e jovens”, disse.

Apesar de terem tido quase um ano para se organizar, poucas prefeituras conseguiram montar um sistema remoto de aprendizado que funcionasse minimamente bem. Em todos esses meses de pandemia, uma parte considerável de crianças e jovens regrediu com relação aos estudos ou, na melhor das hipóteses, permaneceu estagnado.

Os discursos de Covas, Reis e Paes foram bastante animadores. Nenhum dos três, contudo, informou o dia exato em que as escolas serão reabertas.

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