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UFC de Rua: São Paulo vira palco de lutas clandestinas

Homens — até menores de idade — se enfrentam em ringues improvisados nos locais públicos

As competições ocorrem em condições precárias | Foto: Reprodução/Redes sociais
As competições ocorrem em condições precárias | Foto: Reprodução/Redes sociais

Em meio a ringues improvisados nos locais públicos da zona norte de São Paulo, homens se enfrentam em lutas de rua, registradas por espectadores e compartilhadas nas redes sociais. O evento ganhou até um nome de batismo: UFC de Rua.

As competições, que também contam com a participação de menores de idade, ocorrem em condições precárias, sem estrutura adequada e fora da regulamentação oficial de artes marciais.

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O fenômeno, que se tornou comum nas noites de sextas-feiras, sábados e domingos, preocupa moradores e autoridades locais. As lutas, divulgadas em perfis de redes sociais que promovem bailes funk na região, mostram confrontos entre lutadores com pesos discrepantes e sem equipamentos de proteção adequados. Mesmo com a presença de juízes, a falta de estrutura para atendimento médico é evidente.

A preocupação das autoridades com o UFC de Rua

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a Polícia Civil está analisando os vídeos para identificar os participantes e está disponível para o registro de ocorrências.

O fenômeno, que se tornou comum nas noites de sextas-feiras, sábados e domingos, preocupa moradores e autoridades locais | Foto: Reprodução/Redes sociais

A participação de menores nos combates levanta questões sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê o direito à prática esportiva, desde que em ambientes seguros e com medidas de contenção. Especialistas alertam para os riscos das lutas de rua, com destaque para possíveis lesões cerebrais, traumas no crânio e impactos negativos na saúde dos praticantes.

Leia também: “Confira quanto Popó e Bambam ganharam com luta de boxe”

A falta de acompanhamento profissional e de estrutura adequada coloca em risco a integridade física dos envolvidos, o que pode resultar em consequências graves, como demonstrado por casos anteriores de morte durante competições informais em outras regiões do país.

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3 comentários
  1. Christian
    Christian

    Que se matem todos.
    Quando tiver umas duzias de debilóides incuráveis, talvez pensem duas vezes.

  2. Marcelo Martins
    Marcelo Martins

    Ninguém está se do obrigado a lutar. Não é isso que eles querem? Então deixem se matarem!

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