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Cultura

Morre Brigitte Bardot, aos 91 anos

A artista estava internada em Toulon, no sul da França, onde realizou procedimentos médicos em outubro e novembro

Brigitte Bardot aos 19 anos em cena do filme Tradita, em 1954
Brigitte Bardot, aos 19 anos, em cena do filme Tradita, em 1954 | Foto: Mario Bonnard/Wikimedia

Neste domingo, 28, morreu a atriz francesa Brigitte Bardot, aos 91 anos, noticiaram os jornais Le Figaro e Le Monde.

Bardot estava internada em Toulon, no sul da França, onde realizou procedimentos médicos em outubro e novembro.

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Brigitte nasceu em Paris, em 28 de setembro de 1934, e se formou em balé clássico no Conservatório Nacional de Música e Dança antes de ser descoberta pelo cinema. Reconhecida por seu estilo marcante e presença nas telas, Brigitte ganhou notoriedade internacional nas décadas de 1950 e 1960.

Ela se destacou nos filmes E Deus Criou a Mulher, de 1956, e O Desprezo, de 1963. Paralelamente à carreira no cinema, também se dedicou à música ao lançar diversos discos nesse período. Ao longo de sua trajetória, atuou em mais de 45 filmes e gravou 70 músicas.

Nova fase e ativismo de Brigitte Bardot

No começo da década de 1970, Brigitte optou por abandonar a carreira artística e passou a residir definitivamente em Saint-Tropez, na Riviera Francesa.

Dessa forma, a atriz dedicou boa parte da vida na defesa dos direitos dos animais ao abrir uma fundação que leva seu nome.

Além disso, rejeitou rótulos segundo os quais seria um “símbolo sexual”. “Antes de mim, muitas coisas ousadas já tinham acontecido, não esperaram por mim”, disse, durante uma entrevista em maio de 2025. “O feminismo não é a minha praia; eu gosto de homens.”

Brasil

Em 1964, Brigitte transformou Búzios (RJ) em destino turístico famoso.

A artista visitou a cidade pela primeira vez em janeiro para fugir do assédio da imprensa de seu país, retornando no final daquele ano.

Permaneceu quatro meses na primeira visita com o então namorado, o franco-marroquino-brasileiro Bob Zagury.

A segunda visita, no entanto, foi marcada pela perseguição de repórteres e fotógrafos, o que a levou a partir.

Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste

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