Neste dia em 1970 James Marshall Hendrix morreu em Londres. Tinha apenas 27 anos. Gravou apenas quatro álbuns “oficiais”. Em tão pouco tempo virou ícone de uma época e revolucionou a música.
Hendrix transformou a guitarra elétrica num objeto imprevisível. Para quem a usava apenas como um instrumento de acompanhamento rítmico ou solista, o americano de Seattle mostrou que dali poderiam sair sons que nunca haviam sido ouvidos.
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Com ele, a guitarra havia se tornado um instrumento diferente, capaz de emitir um som contínuo, distorcido, difuso, mas sem fugir completamente das suas raízes de blues. Sua performance era diferente de tudo o que se conhecia no mundo do rock. Ele solava imerso em seus pensamentos como se não houvesse uma plateia. Uma imagem que ficou famosa foi quando ele botou fogo na própria guitarra no festival Monterrey Pop.
Jimi Hendrix nasceu em 1942. Começou na carreira militar, e se tornou um paraquedista. Por problemas de saúde, foi dispensado da guerra do Vietnam. Acompanhou como músico convencional vários artistas como Little Richard, Isley Brothers, Don Covay, King Curtis e Curtis Knight. Foi revelado num pequeno clube de Nova York e levado para Londres, onde fervia o rock psicodélico. Formou um trio com o baixista Noel Redding e Mitch Mitchell.
Seu estilo era difícil de definir. Logo começou a emplacar sucessos, como “Hey Joe”, “Purple Haze” e “The Wind Cries Mary”. Mas problemas contratuais atrapalharam sua carreira, que parecia destinada ao jazz de vanguarda. Morreu no dia 18 de setembro de 1970 por causa de uma overdose de barbitúricos.
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A música (clássica) mais chata de todos os tempos?
Que música é essa mesmo?
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