O compositor e instrumentista André Geraissati, referência do violão brasileiro, morreu aos 74 anos em São Paulo nesta quarta-feira, 19. A confirmação do óbito foi feita por Gabriel Geraissati, filho do músico, em nota publicada nas redes sociais.
+ Leia mais notícias de Cultura em Oeste
Receba nossas atualizações
O comunicado ressaltou o legado do músico e agradeceu as manifestações de carinho recebidas no momento difícil.
Gabriel Geraissati escreveu nesta quarta-feira, 19: “Com imensa tristeza comunico aos amigos e fãs o falecimento de meu pai, André Geraissati, hoje, 19 de novembro, em São Paulo. Meu pai foi um violonista único, um artista que tocou muitas vidas — e um pai de coração generoso e amor imenso. Agradeço pelo carinho de todos neste momento tão difícil”.
A causa e as circunstâncias da morte ainda não foram informadas.
Admiradores e colegas de André Geraissati como Nelson Faria, Kainã Do Jêje, Edson Natale e Ulisses Rocha publicaram homenagens nas redes sociais, relembrando a trajetória marcada pelo talento e inovação no violão.
A carreira de André Geraissati
A carreira de Geraissati teve início na década de 1960, mas foi com o Grupo D’Alma, no final dos anos 1970, ao lado de Rui Saleme e Cândido Penteado, que alcançou projeção nacional. O trio se apresentou em festivais internacionais de jazz, tornando Geraissati um dos nomes mais respeitados do cenário instrumental.
+ O Morro dos Ventos Uivantes é mais uma vítima da cultura woke
Entre suas composições, destacam-se faixas como “Entre Duas Palavras”, “Três Marias”, “Fazenda 83” e “Vento”. De 1993 a 1998, liderou o projeto Brasil Musical, realizando centenas de concertos em todo o país e reunindo músicos de renome, consolidando-se como um dos principais registros da música instrumental brasileira nas últimas décadas.
Leia também: Estudo mostra que quase ninguém distingue música real da feita por IA
Entre ou assine para enviar um comentário.
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.