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8 de setembro na História: é descoberta a segunda vítima de Jack, o Estripador

Ele é conhecido como um serial killer não identificado que atuou no distrito de Whitechapel, em Londres, na segunda metade de 1888

O suposto ataque à senhorita Eisenhart, no Hospital Cooper, Camden - Ilustração de 16 de fevereiro de 1889 | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
O suposto ataque à senhorita Eisenhart, no Hospital Cooper, Camden - Ilustração de 16 de fevereiro de 1889 | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Jack, o Estripador, teria incluído uma segunda vítima em sua lista de assassinatos, em 8 de setembro de 1888, em Londres. Annie Chapman, de 47 anos, foi encontrada morta às 6h da manhã em Hanbury Street, Spitalfields. A garganta dela apresentava dois cortes profundos, e o útero havia sido removido.

Ele é conhecido como um serial killer não identificado, que atuou no distrito de Whitechapel, em Londres, na segunda metade de 1888. Suas vítimas eram, em grande parte, prostitutas.

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Teorias da época sugerem que as vítimas eram estranguladas para evitar barulho antes de serem mutiladas. A remoção dos órgãos internos de três mulheres levou a polícia a considerar que o assassino possuía conhecimentos anatômicos ou cirúrgicos.

O mistério em torno da identidade de Jack, o Estripador, é tão grande que, atualmente, caminhadas turísticas são organizadas na região de Londres onde ele teria cometido os crimes.

Os assassinatos atribuídos a Jack, o Estripador, ocorreram entre agosto e novembro de 1888, embora o caso seja frequentemente associado a um período mais amplo. Whitechapel, um bairro pobre e densamente povoado do leste de Londres, era o cenário desses crimes. A área era marcada por condições de vida precárias, com altas taxas de pobreza e uma grande população de trabalhadores migrantes e prostitutas.

As vítimas

Jack, o Estripador, é responsável por pelo menos cinco assassinatos confirmados, todos envolvendo mulheres que eram prostitutas. Esses crimes são conhecidos como os “Cinco Canônicos” e incluem:

  1. Mary Ann Nichols — Assassinada em 31 de agosto de 1888.
  2. Annie Chapman — Morta em 8 de setembro de 1888.
  3. Elizabeth Stride — Encontrada morta em 30 de setembro de 1888.
  4. Catherine Eddowes — Assassinada na mesma noite que Elizabeth Stride, em 30 de setembro de 1888.
  5. Mary Jane Kelly — Morta em 9 de novembro de 1888.

Os métodos de assassinato de Jack, o Estripador, eram particularmente cruéis e brutais. Frequentemente, envolviam mutilações graves. Esses aspectos, combinados com o fato de que muitos dos crimes foram cometidos em locais públicos ou semi-públicos, geraram uma onda de pânico e especulação na época.

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A identidade de Jack, o Estripador, nunca foi confirmada. Durante o período dos assassinatos, várias teorias e suspeitas surgiram, incluindo os nomes de figuras conhecidas e até mesmo teorias mais exóticas, como a de que ele poderia ser um médico, um membro da realeza ou até mesmo um artista famoso. As investigações na época enfrentaram grandes desafios, incluindo a falta de tecnologia forense moderna. O caso nunca foi resolvido oficialmente.

O impacto de Jack, o Estripador, na cultura

A mídia desempenhou um papel significativo na criação do mito em torno de Jack, o Estripador. Cartas assinadas por “Jack, o Estripador” foram enviadas à polícia e à imprensa. Isso aumentou a notoriedade do caso, embora a autenticidade de muitas dessas cartas seja debatida. A carta mais famosa é a “carta do diário” e a “carta de saucy Jacky”, ambas possivelmente forjadas para criar uma sensação de medo e sensacionalismo.

O caso de Jack, o Estripador, teve um impacto duradouro na cultura popular e na criminologia. Ele é retratado em livros, filmes e programas de televisão. O mistério não resolvido, junto da natureza brutal dos crimes, contribuiu para o status quase mitológico do assassino.

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