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Curiosidades

'Fiquei marcado por ser uma pessoa que não é de esquerda', diz Juliano Cazarré

Segundo ele, poucos artistas têm coragem de assumir uma posição diferente do comum no meio artístico

Juliano Cazarré diz que não pretende transformar carreira em palco de disputas ideológicas| Foto: Reprodução: Instagram/ @dnjfest
Juliano Cazarré diz que não pretende transformar carreira em palco de disputas ideológicas| Foto: Reprodução/ Instagram/ @dnjfest

O ator Juliano Cazarré, atualmente na Globo, afirmou que ficou marcado por não seguir a linha “progressista” e por se posicionar fora da esquerda. Em entrevista à revista Quem, disse que colegas evitam assumir postura semelhante por medo de cancelamento e perda de contratos.

“Política, eu evito falar”, disse o artista. “Se você for pegar lá no meu Instagram, vai ver que tem muito pouco nos últimos anos. Mas eu fiquei marcado por ser uma pessoa que não é de esquerda.”

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Segundo ele, poucos artistas têm coragem de assumir uma posição diferente do comum no meio artístico, embora conheça vários que pensam igual, que preferem se calar.

“É uma posição que pouquíssimos atores têm coragem de dizer”, afirma Cazarré. “Ficam na moita por medo da repercussão negativa, do cancelamento, de perder publicidade.”

Quem é Juliano Cazarré

Nascido em Pelotas (RS), o ator, de 45 anos, é casado com Letícia Cazarré desde 2011. Juntos, eles têm seis filhos. A família grande reflete a fé católica do casal, que optou por seguir à risca os preceitos da religião e não utilizar métodos contraceptivos.

Juliano Cazarré com a mulher e os seis filhos | Foto: Reprodução/ Instagram @cazarre
Juliano Cazarré com a mulher e os seis filhos | Foto: Reprodução/Instagram/@cazarre

O ator, que esteve no ar até poucos meses como intérprete de Jorginho Ninja, na novela Três Graças, reforçou que não pretende transformar sua carreira em palco de disputas ideológicas. Para ele, o trabalho artístico deve ser reconhecido pela qualidade, e não por alinhamento político.

Ao falar sobre o futuro, disse que busca equilíbrio entre vida pessoal e profissional. “Quero continuar atuando, mas sem carregar rótulos”, destacou. “O público merece histórias bem contadas, não disputas partidárias.”

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1 comentário
  1. Denis R.
    Denis R.

    Imagino que deva ser algo complicado mesmo… adotar um posicionamento diferente daquele da empresa na qual se trabalha. Ainda mais em tempos de polarização política. Tratar o assunto com parcimônia é realmente a melhor alternativa!

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