Brasil registra mais de 2 milhões de novas empresas no ano da pandemia

Quantia representa 5% do total de empreendimentos já constituídos no país e cerca de 10% da parcela deles que ainda está ativa
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Lojistas reclamam que apenas quatro horas de funcionamento não trazem resultados para compensar abertura do comércio em São Paulo | Foto: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO CONTEÚDO
Lojistas reclamam que apenas quatro horas de funcionamento não trazem resultados para compensar abertura do comércio em São Paulo | Foto: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO CONTEÚDO | lojas, são paulo, funcionamento reduzido, prefeitura de são paulo, movimento fraco

Quantia representa 5% do total de empreendimentos já criados no país

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Lojas em shopping da cidade de São Paulo | Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo

Entre janeiro e setembro de 2020, 2,38 milhões de empresas foram criadas no Brasil. O número consta em um relatório divulgado na última terça-feira, 8, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A quantia representa 5% do total de empreendimentos já constituídos no país e corresponde a cerca de 10% dos que ainda estão na ativa, segundo o último levantamento feito pela Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios do governo federal.

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O pior resultado foi registrado em abril: 178 mil empresas foram criadas — queda de 34% em relação ao número contabilizado em março, 270 mil. Entretanto, nos meses seguintes, esse número voltou a crescer e, em setembro, o país registrou 323 mil requisições para a abertura de negócios.

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1 comentário

  1. Senhor Artur Piva e Especialistas do tal IPEA, uma pergunta que não quer calar e que faço humildemente aos senhores: se é verdade que mais de 2 milhões de NOVAS empresas foram criadas, por quê os números do IBGE não mostram essa queda no números de desempregados? Posso estar enganado, mas se dois milhões de novas empresas tiverem apenas um funcionário cada uma o desemprego não teria diminuído na mesma proporção?

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