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Economia

Confira produtos isentos da taxa de 12,5% dos EUA ao Brasil

Lista de exceções está em detalhes em anexo publicado pelo Escritório do Representante de Comércio logo depois do anúncio da cobrança

O café está entre os itens que não sofrerão nova tarida de 12,% dos EUA | Foto: Shutterstock

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Os Estados Unidos anunciaram uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros, a qual entra em vigor nesta sexta, 24, como parte de sanções contra o trabalho forçado. Entretanto, itens como carne bovina, suco de laranja e café estão isentos dessa cobrança. A tarifa substitui a anterior de 10% e se aplica a 59 países, com exceções para nações como Argentina e Canadá, que receberam alíquotas reduzidas por adotarem medidas contra a importação de produtos relacionados ao trabalho forçado.

Produtos como carne bovina, suco de laranja e café estão entre os itens que não sofrerão a nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos ao Brasil. O país vizinho confirmou a medida nesta quinta-feira, 23, como parte das sanções relacionadas ao combate ao trabalho forçado.

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A lista de exceções está em detalhes em anexo publicado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA logo depois do anúncio da cobrança. A nova alíquota substitui a tarifa provisória de 10% que estava em vigor depois da decisão judicial que suspendeu a política anterior do governo Donald Trump.

Exceções à tarifa dos EUA e produtos afetados

O presidente dos EUA, Donald Trump: resposta a descumprimento de acordo | Foto: Reprodução/X
O presidente dos EUA, Donald Trump| Foto: Reprodução/X

Entre os produtos liberados da sobretaxa estão alumínio, cobalto, carvão, madeira, couro, borracha, zinco, nióbio, petróleo bruto, minerais críticos, trigo, milho, querosene, mandioca, açúcar, chás, hortaliças, frutas, feijões, cacau, fertilizantes, insumos agrícolas e itens de celulose.

Além do Brasil, a tarifa foi direcionada a outros 59 países, mas algumas nações, como Argentina, Canadá e Reino Unido, receberam alíquotas reduzidas de 10%. Isso ocorreu depois de elas adotarem, segundo as autoridades dos EUA, medidas para barrar a importação de produtos associados ao trabalho forçado.

Leia também: “O desprezo de Lula pelos brasileiros”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 331 da Revista Oeste

Os processos que fundamentaram a decisão dos EUA começaram em março deste ano, baseados na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento utilizado para combater práticas consideradas discriminatórias ou injustas nas relações comerciais com o país.

Com a nova tarifa relacionada ao trabalho forçado, o Brasil passa a acumular um total de 37,5% em taxas aplicadas pelos Estados Unidos. A cobrança entra em vigor nesta sexta-feira, 24.

Leia também: “A política do assistencialismo”, reportagem de Rachel Díaz publicada na Edição 331 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    Mas a narrativa do governo dá a impressão que é tudo.

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