Crédito para pequena e microempresa cresceu 95% na pandemia

Febraban rebate críticas de que empréstimos bancários não chegavam à ponta
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Pequenas empresas tiveram alta de 103%, e as microempresas, 75% | Foto: Reprodução/Mídias sociais
Pequenas empresas tiveram alta de 103%, e as microempresas, 75% | Foto: Reprodução/Mídias sociais

Segundo dados publicados pela Diretoria de Economia da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), o crédito para pequenasmicroempresas subiu 95% na pandemia de covid-19.

O estudo “Desempenho do Crédito para as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) na Pandemia” foi divulgado nesta segunda-feira, 18.

O documento revelou que o mercado de crédito subiu 15,6%, em 2020, e 16,5%, em 2021. A carteira de pessoa jurídica liderou o processo: alta de 21,6%, em 2020, e de 10,5%, em 2021.

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O saldo da carteira de crédito das pequenas e microempresas subiu de R$ 186,9 bilhões, em 2019, para R$ 363,9 bilhões, em 2021, o que representa uma alta de 94,7%.

Quando analisamos os dados separadamente, as pequenas empresas tiveram alta de 103,1%, de R$ 130,8 bilhões, em 2019, para R$ 265,6 bilhões, em 2021. Já o crédito às microempresas subiu de R$ 56,2 bilhões para R$ 98,3 bilhões, o que representa um avanço de 75% durante o período pandêmico.

“Trata-se de mais uma iniciativa da Federação, dentro de seu compromisso de transparência e aproximação cada vez maior com a população e a sociedade”, afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban.
“Os números desse estudo desfazem por completo o que muitos alardeavam no sentido de que o crédito não chegava à ponta para pequenas e microempresas e reforçam o importante papel de suporte do setor bancário a esse segmento, setor fundamental de nossa economia, que gera milhões de empregos e contribui exponencialmente para o desenvolvimento e o crescimento de nosso país”, avalia Sidney.

O crédito destinado às pequenas e microempresas saltou de 13,2%, em 2019, para 19,7%, em 2021.

O desempenho do crédito para as empresas desse segmento registrou sua maior expansão em 2020 (+77%), quando elas buscaram, com maior intensidade, capital de giro e se beneficiaram dos programas governamentais.

Os bancos de maior porte se destacaram na alta, com crescimento de 113,8% no período da pandemia.

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