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Esquerda quer estender estado de calamidade pública

Projeto de lei é apresentado por senador do PDT
Bares estão na mira da esquerda
Bares estão na mira da esquerda | Foto: Guilherme Gandolfi/Fotos Públicas

O estado de calamidade pública em todo o Brasil chegou ao fim junto com o ano de 2020. Um senador de esquerda deseja, no entanto, fazer com que essa fase volte a vigorar no país. Em projeto de lei (PL) apresentado ao Senado Federal nesta semana, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) defende a manutenção desse período até 30 de junho.

Leia mais: “Quem quer a manutenção do estado de calamidade?”

Conforme destacado por Oeste em outras oportunidades, umas das permissões em decorrência do estado de calamidade pública é a contratação de serviços sem o devido processo licitatório por parte de governantes. Além disso, políticos à frente de esferas do Poder Executivo podem realocar parte do orçamento da forma que considerarem melhor, como tirar dinheiro de uma secretaria e colocar em outra. Gastar acima do previsto é outro item automaticamente liberado durante tal período.

“Riscos de paralisação da máquina pública, num momento em que mais se pode precisar dela”

O controle financeiro fica, entretanto, em segundo plano para o senador pedetista. Para ele, obedecer fielmente às metas fiscais “seria temerário ou manifestamente proibitivo, com riscos de paralisação da máquina pública, num momento em que mais se pode precisar dela”, informa a Agência Senado. Nesse sentido, o parlamentar registra a intenção de direcionar verba para a área de saúde (com compra de doses de vacinas contra a covid-19) e prorrogação do auxílio emergencial, com parcelas no valor de R$ 600.

Analista do novo coronavírus

Na defesa de seu mais novo PL, Weverton Rocha ataca de analista da covid-19. Sem mencionar dados oficiais nem pareceres científicos, ele crava o avanço da doença no Brasil. “[Circunstâncias que levaram à decretação do estado de calamidade] ameaçam se verticalizar ainda mais no decorrer de 2021, considerando, inclusive, a probabilidade de novas ondas de infecções”, comentou. “[Haverá] acentuado impacto na saúde pública e, em última análise, no cenário econômico do país”, complementou o senador pelo PDT do Maranhão.

Leia também: “Em 8 unidades da Federação, governadores anunciam prorrogação do estado de calamidade pública”

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7 comentários

  1. Podíamos botar esse merda presidente da capitania do Maranhão, numa separação necessária do restante da NAÇÃO.
    Tô cansado de trabalhar e pagar impostos p esses seres execráveis e insaciáveis, mamarem em nossas tetas como se fôssemos sua mãe.
    Terra de lobão, de Sarney, de Waldir Maranhão, de muito crápula impatriotico, só temos mesmo que esperar essas opiniões desses corruptos e investigados, que nunca devolvem o que roubaram.

  2. O PDT é o representante oficial do Partido Comunista Chinês no Brasil (Duvidam? Acessem o site deles! Tá lá com todas as letras!). Para além de destruir o governo Bolsonaro, eles querem também criar um cenário de terra arrasada para que os chineses nos devorem vivos com seus “investimentos” e “empréstimos”, tal como aconteceu na Jamaica, Sri Lanka, Argentina e vários outros países.

    1. A esquerda quer afundar o Brasil, custe o que custar. Pouco se importam com os brasileiros, aí incluídos os imbecis que votam nela. O objetivo é claro: culpar o Presidente e tirá-lo do poder.

  3. Majoritariamente composta por pessoas limitadas, amorais e complexadas, longe da área de produção de bens e serviços essenciais à sociedade, se juntam para tentarem obrigar a sociedade a se adequar às suas limitações e assim igualar todos a eles.
    Exatamente o inverso do que deveria ocorrer, o de buscarem o mérito para tomarem um lugar ao sol e poderem contribuir proativamente.
    No entanto não é isso que constatamos, sempre fazendo o possível e o impossível para criarem restrições, criminalizações e impedimentos para que a sociedade trilhe o caminho da paz com desenvolvimento.
    Não é à toa que onde conseguem se instalar com mando de campo, a mediocridade se assenta, a produção diminui, os problemas e diferenças sociais se agravam e uma casta dos mais inteligentes, venais e inescrupulosos passam a ter as rédeas.
    O MEC, por aqui, é o responsável por essa disfunção social, doutrinando e formando os mais fracos, limitados e desajustados, prioritariamente, da área de humanas, para produzir profissionais da imprensa, das artes, do direito, …, que se esforçarão para tornar o mundo como o do sonho deles, à revelia da enorme maioria de contrários, numa sociedade pobre intelectualmente (capenga de matemática, física, química, ciências naturais, …), com medo e refém de uma casta corrupta e não menos medíocre!

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