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Economia

FMI eleva projeção do PIB do Brasil para 2026

Rússia também teve uma elevação positiva em relação as outras nações globais

FMI
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a dívida bruta brasileira suba de 87,3% do PIB em 2024 para 91,4% neste ano | Foto: Reprodução/ Redes sociais | Foto: Reprodução/ Redes sociais

O Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou nesta terça-feira, 14, o relatório Perspectivas da Economia Mundial (World Economic Outlook, em inglês). O documento elevou a projeção de crescimento da economia brasileira para 2026, mesmo com a guerra no Oriente Médio.

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O fundo projeta avanço de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. O número representa alta de 0,3 ponto porcentual em relação à estimativa de janeiro.

O relatório revela que o Brasil pode se beneficiar por ser exportador líquido de energia. O fundo considera que interrupções no transporte pelo Estreito de Ormuz tendem a elevar os preços.

Cenário global segue pressionado pelo conflito no Oriente Médio

Dívida - Sede do FMI em Washington, nos Estados Unidos | Fonte: Divulgação
Segundo o relatório, o Brasil pode se beneficiar por ser um grande exportador líquido de energia | Fonte: Divulgação

O FMI indicou possível desaceleração em 2027. A projeção aponta crescimento de 2% para o PIB brasileiro.

No cenário global, o fundo reduziu a previsão de crescimento para 2026 caso o conflito com o Irã se prolongue. O relatório considera o preço médio do petróleo em US$ 100 por barril nesse contexto.

Em um cenário mais favorável, com fim rápido da guerra, o FMI projeta crescimento global de 3,1%. O número representa queda de 0,2 ponto porcentual (p.p.) em relação a janeiro, com petróleo a US$ 82 por barril.

+ Leia também: “Banco Mundial alerta sobre falta de empregos no mundo

A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã já dura mais de 40 dias. O economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, afirmou à Reuters que o conflito representa risco maior para a economia global do que as tarifas adotadas por Donald Trump no ano passado.

Além do Brasil, a Rússia também recebeu revisão positiva, com alta de 0,3 ponto porcentual. Mesmo assim, o crescimento brasileiro segue abaixo do registrado por outras economias emergentes.

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