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Economia

Zona do Euro entra em recessão técnica

Economia do continente contraiu-se por dois trimestres seguidos

euro
Os dados foram divulgados pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat | Foto: Foto: Reprodução/Pixabay

O Produto Interno Bruto (PIB) da Zona do Euro recuou 0,1% no primeiro trimestre de 2023, na comparação com os três meses anteriores. Os dados foram divulgados pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.

Como já havia contraído 0,1% no quarto trimestre em relação ao terceiro trimestre do ano passado — de acordo com dados revistos —, a Zona do Euro entrou em uma leve recessão técnica.

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Isso acontece quando o PIB “encolhe” por dois trimestres consecutivos. Em termos anuais, houve desaceleração também. Apesar do avanço de 1% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2022, o porcentual é menor do que o aumento anual de 1,8% registrado no quarto trimestre de 2022.

Moeda chinesa supera o euro nas reservas internacionais do Brasil

O renminbi, moeda chinesa, ficou na segunda posição entre as reservas internacionais do Brasil, desbancando o euro. O dado consta no mais recente relatório do Banco Central (BC) sobre o assunto, publicado no fim de março.

“Em dezembro de 2022, a alocação por moedas das reservas se dava da seguinte forma: 80,42% em dólar norte-americano (USD), 5,37% em renminbi (CNY), 4,74% em euro (EUR), 3,15% em libra esterlina (GBP), 2,52% em ouro, 1,86% em iene (JPY), 1,01% em dólar canadense (CAD) e 0,92% em dólar australiano (AUD)”, informou a autoridade monetária.

A ascensão do renminbi é recente. A moeda chinesa nem sequer figurava entre as reservas do Brasil no relatório BC até a composição referente ao encerramento de 2021, quando ela apareceu com a fatia 4,99%, logo atrás do euro.

Em 2021, o dólar também ficou na primeira posição desse ranking. Nos dois relatórios, o volume da moeda norte-americana se manteve praticamente estável. Contudo, um olhar incluindo outros anos mostra que o dinheiro em circulação nos Estados Unidos está perdendo espaço.

No mês de dezembro de 2020, fim do primeiro ano de pandemia, a fatia em dólar chegava a 86%. E no mesmo período em 2019 — ou seja, antes do coronavírus sair da China — a proporção da moeda norte-americana estava em praticamente 90%.

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