Jornalista e apresentadora da CNN Brasil, Elisa Veeck chamou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de “Bozo”, apelido usado de forma pejorativa por seus adversários políticos. A gafe aconteceu durante a veiculação ao vivo do programa Live CNN, na manhã desta terça-feira, 15.
Elisa falava sobre a reunião do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com empresários para discutir a tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos aos produtos de exportação brasileira. Por volta dos 45 minutos de programa, cuja duração total foi superior a 2h30, a jornalista destacava a relação entre Bolsonaro e Tarcísio.
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Em conversa com a analista política da emissora Isabel Mega, Elisa soltou: “Tarcísio aparece publicamente, com mais ênfase, porque fora ministro de Jair Bolsonaro. E aí esse trampolim o trouxe aqui, inclusive a pedido do próprio ‘Bozo’, de Jair Bolsonaro, para que fosse governador do Estado de São Paulo”.
Em seguida à fala, a jornalista expressa uma discreta risada, dando a impressão de ter percebido o ato falho.
Apresentadora da CNN namora presidente do BC
Namorada de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central indicado pelo PT, Elisa e a emissora passaram a receber diversas críticas nas redes sociais. Uma minoria tentou defender a jornalista, dizendo que o apelido “escapou”. A maioria, no entanto, questionou a postura profissional da apresentadora e colocou em dúvida a seriedade do veículo.
Em seu perfil no Instagram, Elisa se identifica como “âncora no maior canal de notícias do mundo”. Antes de chegar à CNN Brasil, ela foi apresentadora da TV Vanguarda, emissora afiliada à Rede Globo e com base em São José dos Campos (SP). Fora do jornalismo, trabalhou, ainda criança, como atriz. Ela chegou a compor o elenco da primeira versão da novela Chiquititas.
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Essa deve ser somente mais uma mulinha manobrável do Luladrão!
Mas a audiência desse Podcast deve ser traço mesmo, pois nunca antes ouvi falar nessa besta-quadrada,,,
Pauno Marques, dá-lhe crack ao drogado, para a sra. A junção de drogas pesadas e capim é que te faz um Filho da Janja mula e piradinha. Dai vem aqui relinchar asneiras alucinadas… Trouxa!
Faz tempo que não assisto. Não vale a pena.
Lamentável. O jornalismo faliu. Falta de postura, ética, profissionalismo.
Parece que aguardam uma promoção fazendo juras de amor à esquerda e ridicularizando adversários (no caso, o ex-presidente). Silêncio na CNN, Tribunais e todo o resto da imprensa que não pode mais ser chamada assim. Se não possui isenção, melhor falar: este canal é dedicado ao atual governo: somos servos e devemos a ele, obediência.
Apresentadora parcial, nega toda corrupção e atrocidades cometidas. Mas um bobo da corte, chapa branca do Governo.
Quando o Bolsonáro chamou o Lula de ex condenado, citando suas condenações, o Sitio de atibaia, o triplex, o mensalão o STF CORREU. e proibiu. mas quando é contra o Bolsonaro pode-se falar qualquer coisa.
Creio que deveria existir o mesmo peso para um e para outro assim sendo para O lula ladrão a cadeia daonde jamais deveria ter saido.
Quanto a você , não vou perder meu tempo com alguem que fala tal coisa.
È lamentavel a atitide dessa jornalista. Mostra a falta de ética e profissionalismo. Mas já era de se esperar esse tipo de atitude. Enquanto a Direita combate com ética eles fazem de tudo para destorcer a verdade, com narrativas mentiras.
Ve-se uma perseguição obvia contra o Bolsonaro, sua família e todos que o apoiam.
A imprensa, ao meu intender, deveria ser isenta. mas infelizmente, eles tomaram para si o dever de defender um ser que já foi condenado em três instancias.
Ainda bem que sei que existem muitos poucos que ainda são profissionais que tem a ética e a honra como seu lema de trabalho.
Quando Tiago Pavinatto ficou firme em ser contra defender algo que para ele era impensável defender ele foi demitido no entanto essa pessoa com cereteza não sofrerá nenhum tipo de represária. Possivelmente, conhecendo a atual circunstancia, ela vai ser elogiada e glorificada pelo seu ato insano..
Espero que a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) puna ela com o devido rigor que merece.
Não vejo seriedade nenhuma, no veículo e muito menos na “apresentadora”.
Falou a minoria.