O jornal O Estado de S. Paulo publicou, nesta segunda-feira, 5, um editorial com críticas duras à condução de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda. Para o jornal, o ministro encerra sua passagem pelo cargo sem deixar um legado de responsabilidade fiscal e sem conseguir se diferenciar politicamente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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O texto sustenta que Haddad atuou, desde o início do governo, como parte da engrenagem eleitoral do Planalto. Segundo o editorial, o ministro buscou ampliar a arrecadação para sustentar a expansão de gastos e atender às prioridades políticas de Lula. O jornal afirma que essa postura impediu qualquer compromisso real com o equilíbrio das contas públicas.
Ao comparar Haddad com Antonio Palocci, ministro da Fazenda no primeiro mandato de Lula, o Estadão destaca a incapacidade do atual chefe da equipe econômica de impor limites ao presidente. Palocci, defende o editorial, conseguiu preservar o tripé macroeconômico e propor metas fiscais rígidas. Haddad, por outro lado, jamais tentou algo semelhante.
Haddad usou âncora fiscal como peça de propaganda
O editorial classifica o arcabouço fiscal como uma construção sem credibilidade prática. Para o jornal, a regra serviu mais como discurso do que como instrumento efetivo de controle das despesas. O texto afirma que Haddad passou três anos “tentando dourar a pílula do déficit”, enquanto Lula desautorizava publicamente qualquer esforço de austeridade.
O Estadão cita declarações recentes do presidente para ilustrar o desprezo do governo por fundamentos macroeconômicos. Em uma delas, Lula afirmou: “Não tem macroeconomia, não tem câmbio: se tiver dinheiro na mão do povo, está resolvido o nosso problema”.
Apesar das críticas, o editorial reconhece um ponto como um possível avanço: a aprovação da reforma tributária sobre o consumo. O jornal atribui a iniciativa ao ex-secretário Bernard Appy e afirma que a medida pode corrigir distorções históricas que limitam a produtividade do país.
Mesmo nesse ponto, porém, a avaliação é incompleta. O texto ressalta que Haddad não conseguiu avançar na reforma do Imposto de Renda. O Estadão classifica como constrangedora a participação do ministro no anúncio da isenção para quem ganha até R$ 5 mil, medida descrita como eleitoreira.
Outro objetivo frustrado, segundo o editorial, foi a recuperação do grau de investimento. O jornal aponta que a trajetória da dívida pública segue ascendente e distante da estabilidade prometida. A projeção indica crescimento de cerca de dez pontos porcentuais do endividamento em relação ao PIB até o fim do atual mandato.
Para o Estadão, insistir que o arcabouço pode ser mantido sem ajustes relevantes e culpar governos anteriores pela situação fiscal atual representa um desvio da realidade. O editorial conclui que, ao adotar esse discurso, Haddad confirma que “nunca deixará de ser um petista”.
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Icompetente para o cargo, esses petralhas são um bando aventureiros!
Foi o pior prefeito que São Paulo já teve, foi colocado no ministério com a finalidade de ser o que sempre foi, capacho de Lula.
Cortaram o pix do Estadão? Só agora viram a falácia de colocar o poste no ministério da fazenda? Nós, que não somos “ixpecialistas” já sabíamos que não iria funcionar e só agora deram conta?
Cegueira ideológica ou falta de caráter?
E qual parte disso tudo os hipócritas do Estadão consideram que seja uma surpresa? Idiotas! Estadão está mais para Estadinho. De um grande crítico da petezada passou a ostentar a estrelinha vermelha. Julio Mesquita se revirando no túmulo ao constatar que sim, todo homem do seu jornal tem seu preço.
Junto com Toffoli é atualmente o mais nocivo ao país
Petista e inútil, como todo petista.
Isso já era previsto quando o STF elegeu o descondenado e colocou esse jabuti Hadad que nāo sabe nada sobre Economia uma figura sem relavância e agora que praticamente acabou que seu mandato. A pergunta que fica é quem vai resolver essa bola de neve de impostos pois ninguém aguenta mais sustentar esse casta corrupta?