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Record se inspira na Netflix e passa a ter publicidade no PlayPlus

Plataforma de streaming da emissora passou a exibir inserções publicitárias de marcas como Colgate e Coca-Cola

Foto do logotipo do PlayPlus, serviço de streaming da Record
PlayPlus é o serviço de streaming da Record | Foto: Divulgação/Record

A Record adotou uma nova estratégia comercial para o PlayPlus, seu serviço de streaming. A plataforma exibirá anúncios durante as transmissões ao vivo, semelhante ao que fazem Netflix, Max e Disney+. Com essa mudança, a emissora busca diversificar suas fontes de receita além da verba oriunda de assinaturas.

Coca-Cola e Colgate já garantiram espaços como anunciantes-fundadores. A Record quer aproveitar o consumo maior da plataforma por conta de A Fazenda para atrair mais anunciantes. O PlayPlus transmite o reality 24 horas por dia.

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O serviço oferece acesso gratuito às transmissões ao vivo da emissora. Para vídeos sob demanda e produções originais, é necessário pagar uma assinatura mensal de R$ 18,90.

O canal também visa a ampliar os acessos ao PlayPlus com o futebol. “Essa experiência para as marcas ficará ainda mais ampla a partir dos próximos meses, devido ao futebol, com o Campeonato Paulista e o Brasileirão, que estarão em nossa grade e, automaticamente, no PlayPlus, em 2025″, afirmou Paulo Itabaiana, diretor de Comercialização da Record.

Foto da plataforma PlayPlus
Seguindo passos da Netflix, PlayPlus passará a ter intervalos comerciais | Foto: Reprodução/PlayPlus

Record turbinará streaming com jogos do Brasileirão

Record fechou com a Liga Forte União, atual responsável pelos jogos do Corinthians, para exibir os jogos do Campeonato Brasileiro a partir de 2025, depois de um hiato de 19 anos. A emissora de Edir Macedo também acertou para exibir os jogos do Campeonato Paulista, que já são do canal desde 2022, até 2029.

O acordo da emissora com o Brasileirão foi negociado com a empresa Livemode e será válido até 2027, garantindo a exibição de 38 partidas por ano. O canal da Barra Funda vai pagar cerca de R$ 210 milhões por ano pelas partidas e deve dividir os direitos de transmissão com o YouTube, já que a Livemode pretende inflacionar a arrecadação.

Leia mais detalhes sobre a notícia no site TV Pop, parceiro editorial da Revista Oeste

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