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Exemplo de como seria a ‘lacração’ digital no embate britânicos X nazistas

Colunista Dagomir Marquezi escreve a respeito
Como seria o uso do Twitter antigamente?
Como seria o uso do Twitter antigamente? | Foto: Canva

O jornalista e escritor Dagomir Marquezi convida os leitores da Revista Oeste a exercitar uma possibilidade em relação à história mundial: “E se existisse o Twitter na 2ª Guerra Mundial?”, questiona logo no título do artigo publicado na edição desta semana da publicação digital. Nesse sentido, o colunista dá um exemplo de que como poderia se dar a atuação da “lacração” digital na atuação dos britânicos, então conduzidos pelo primeiro-ministro Winston Churchill, contra o regime nazista alemão controlado por Adolf Hitler.

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Posts começam a aparecer afirmando que Churchill é um velho colonialista, belicista e perigoso para o futuro do país. Usuários exigem que ele seja afastado e substituído por um governo que promova um acordo de paz com os alemães”, escreve Marquezi em trecho do texto. “A conta [de Churchill] é suspensa por propagar a ‘cultura do ódio’. Um membro da Câmara dos Lordes solta duas hashtags para seus 300 mil seguidores: #ForaChurchill e #FicaemCasa”, prossegue o jornalista.

O colunista da Revista Oeste observa, ainda, o possível fato de, como ocorre atualmente, regimes ditatoriais como o nazismo e o fascismo possivelmente bloqueariam a plataforma de rede social. A saber: o Twitter é até hoje vetado na China. Com a exposição de outros exemplos, o texto assinado por Dagomir Marquezi está disponível à comunidade de leitores assinantes da Revista Oeste. A íntegra do conteúdo está disponível aqui.

E se existisse o Twitter na 2ª Guerra Mundial?

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Revista Oeste

A atual edição da Revista Oeste vai além do artigo de Dagomir Marquezi sobre Twitter e segunda guerra mundial. Há reportagens sobre os novos comandantes do Congresso Nacional, o fracasso do lockdown e a má gestão de autoridades durante a pandemia. A publicação digital conta com artigos de J. R. Guzzo, Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino, Ubiratan Jorge Iorio e Andrew Doyle.

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