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Aras não vê relação entre interferência de Bolsonaro na PF e orientações a Flávio

PGR se manifestou contra pedido do ex-ministro Sergio Moro para a tomada de novo depoimento do diretor da Abin, Alexandre Ramagem
Augusto Aras é procurador-geral da República desde 2019
Augusto Aras é procurador-geral da República desde 2019 | Foto: Reprodução/MPF

O procurador-geral da República, Augusto Aras, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 12, que não vislumbra relação entre o inquérito que mira uma suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal (PF) e o caso das orientações dadas pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) à defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Para o PGR, a hipotética atuação da Abin para ajudar o filho do presidente no caso das “rachadinhas” não tem conexão com as acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que, ao pedir demissão, em abril do ano passado, acusou o chefe do Executivo de querer interferir no comando da PF para obter informações sigilosas.

Leia também: “PGR atende pedido do PCdoB e abre apuração contra Bolsonaro”

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