A solução dos franceses para driblar o passaporte da vacina

Lei em vigor obriga a apresentação do documento em bares e restaurantes
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O presidente do país, Emmanuel Macron, sustenta que a medida barra o avanço da covid-19
O presidente do país, Emmanuel Macron, sustenta que a medida barra o avanço da covid-19 | Foto: Margarida Louro/Unsplash

Na França, vigora uma lei que determina a apresentação de um comprovante sanitário para a entrada em bares e restaurantes. O presidente do país, Emmanuel Macron, aprovou a medida no início deste mês, que também abrange shoppings, trens, aviões, entre outros. Segundo o Poder Executivo, a medida vai conter o avanço do novo coronavírus.

O documento pode ser a carteira de vacinação, um teste PCR negativo feito nas últimas 48 horas ou um atestado de que o indivíduo se recuperou da covid-19 nos últimos seis meses. Contra essa medida, a população foi às ruas. Na quinta-feira 26, pessoas organizaram um piquenique na Praça D’Erlon, em Reims, defronte aos restaurantes que aceitaram a lei. Assista:

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Leia também: “O escândalo do passaporte sanitário”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 58 da Revista Oeste

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5 comentários

  1. Os donos de restaurantes e bares irão conversar com o senhor Macron quando as contas não baterem. A população boicotando esses locais que aceitam essa atrocidade discriminatória levará a conscientização dos proprietários de tal insensatez.

  2. A partir de primeiro de setembro, o prefeito do Rio vai exigir passaporte sanitário para moradores e turistas que queiram frequentar lugares públicos, exigindo inclusive para cirurgias eletivas. Isso é democracia?

  3. Não foi democracia desde que obrigaram os estabelecimentos a ficarem fechados e as pessoas trancadas, muitos sem poder trabalhar. O passaporte sanitário é apenas a continuação de uma parte triste da nossa história.

  4. Ninguém deveria ser obrigado a essa humilhação. Estão privando o cidadão de bem que paga os impostos dos seus direitos mais básicos. Se a vacina for eficaz de fato não há o que temer. Testes indicam que quem não tomou tem 63% a mais de anticorpos do que quem tomou.

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