A Rússia e a China condenaram a ação militar dos EUA e de Israel contra o Irã, aliado das ditaduras asiáticas. Os governos de Vladimir Putin e de Xi Jinping divulgaram notas neste sábado, 28, data dos ataques contra o regime dos aiatolás.
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Moscou caracterizou a iniciativa como “aventura imprudente”, afirmando que poderia colocar a região diante de uma “possível catástrofe radiológica”, segundo o Ministério das Relações Exteriores russo.
Em nota oficial publicada neste sábado, 28, o governo russo afirmou que ataques ao Irã e a suas instalações nucleares são inaceitáveis e atribuiu a Washington e Tel-Aviv a responsabilidade pelos desdobramentos negativos e pelo agravamento da violência. A diplomacia russa reforçou ainda os laços históricos com Teerã e o apoio a grupos aliados do país na região.
China pede cessar-fogo imediato e respeito à soberania iraniana
Já a China, também neste sábado, 28, manifestou preocupação com o aumento das tensões no Oriente Médio e solicitou “cessar imediato” da violência, depois que o Irã respondeu aos ataques lançando mísseis.
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O Ministério das Relações Exteriores chinês declarou: “A China pede um cessar imediato das ações militares, urge que se evitem futuras escaladas das tensões e encoraja a retomada do diálogo e das negociações para manter a paz e a estabilidade no Oriente Médio”.
O órgão chinês acrescentou ainda que “a soberania nacional, a segurança e a integridade territorial do Irã devem ser respeitadas”, reforçando o apelo por moderação entre as partes envolvidas no conflito.






































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