A Apple planeja diminuir as contratações e os gastos em 2023 — não em todas as áreas, mas em determinadas divisões, de acordo com um relatório da Bloomberg. Anualmente, o gigante norte-americano destina um valor a cada departamento para gastos como pesquisa, desenvolvimento e recrutamento.
Para 2023, o orçamento deve vir abaixo do esperado, e, em certas áreas, a empresa não vai aumentar o número de funcionários. A notícia mexeu com as ações da fabricante de iPhones, que caíram 2% na segunda-feira. No ano, a queda da Apple na bolsa norte-americana é de cerca de 17%.
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As mudanças internas planejadas não alteram o cronograma de lançamentos de produtos da Apple em 2023. A decisão ocorre em um momento de cautela em tempos de incertezas. A inflação bateu em 9,1% nos últimos 12 meses nos Estados Unidos, maior patamar em 40 anos.
Empresas mais valiosas do planeta, como Google, já começaram a desenhar os próximos passos e, igual à Apple, planejam redução no recrutamento de novos profissionais. Microsoft, Tesla e Meta chegaram até mesmo a eliminar empregos. A Apple, fundada por Steve Jobs, foi a melhor a performar dentre as empresas de tecnologia no primeiro trimestre de 2022, com lucro de US$ 25 bilhões, impulsionado pela venda dos iPhones 13.
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