Em artigo publicado no The Wall Street Journal, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a apostar alto nas tarifas como eixo da política econômica. O texto faz um balanço do primeiro ano do segundo mandato e sustenta que as medidas comerciais ajudaram a impulsionar o crescimento, conter a inflação e atrair investimentos em escala inédita.
Trump afirma que previsões de economistas e analistas sobre recessão, alta generalizada de preços e retração do comércio não se confirmaram. “Todos estavam errados”, escreve, ao citar sucessivos recordes do mercado acionário desde a eleição de 2024. Segundo o presidente, o país vive um momento de “crescimento extraordinariamente alto”, com inflação em patamar baixo.
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No artigo, o republicano atribui os resultados à mudança de rumo depois da saída de Joe Biden da Casa Branca. Ele diz ter herdado uma economia marcada por “estagflação” e gastos públicos excessivos e afirma que, em 12 meses, o cenário se inverteu. “Nunca houve nada igual”, escreve, ao comentar os números recentes do PIB e do mercado financeiro.
Os argumentos de Trump
Trump também associa a política tarifária à redução do déficit comercial e do déficit orçamentário federal. Segundo o republicano, o déficit comercial mensal caiu cerca de 80% e as exportações norte-americanas avançaram US$ 150 bilhões. O presidente destaca ainda o aumento da produção doméstica de aço e a queda da participação da China nas importações dos EUA, que teria atingido o menor nível desde 2001.
Ao rebater a crítica de que tarifas funcionam como imposto para o consumidor, Trump recorre a dados acadêmicos. “Os dados mostram que o ônus recaiu esmagadoramente sobre produtores e intermediários estrangeiros”, afirma, ao mencionar um estudo da Harvard Business School segundo o qual esses agentes teriam arcado com aproximadamente 80% dos custos.
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Outro eixo do texto é a atração de investimentos. Trump afirma que, em menos de um ano, os Estados Unidos receberam cerca de US$ 18 trilhões. “Um número inimaginável para muitos”, escreve. Ele menciona aportes bilionários de montadoras, empresas de semicondutores, farmacêuticas e projetos ligados à energia e à indústria de defesa.
O presidente também relaciona tarifas à assinatura de acordos comerciais recentes com China, Japão, Coreia do Sul, União Europeia e outros parceiros. Segundo o republicano, as negociações ampliaram compras de energia norte-americana, aeronaves e equipamentos militares. “A retaliação global que tantos previram nunca se concretizou”, afirma.
“Estava certo sobre tudo”
Na parte final, Trump amplia o alcance do argumento e conecta a política comercial à agenda internacional. Ele sustenta que as tarifas fortaleceram a segurança nacional e tiveram impacto direto na diplomacia. “Em nove meses, resolvi oito conflitos intensos”, escreve, ao citar mediações internacionais, incluindo tensões entre Índia e Paquistão.
O artigo termina em tom provocativo. Diante dos resultados apresentados, Trump sugere que críticos históricos da política tarifária reconsiderem suas posições. “Talvez seja hora de admitir: Trump estava certo sobre tudo”, conclui.
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A IMPRENSA ESTATIZADA, UOL E GLOBONEWS À FRENTE, IGNORAM QUE OS BRASILEIROS SEUS ASSINANTES TÊM A CAPACIDADE COGNITIVA PARA AVALIAR O QUANTO SÃO ENGANADOS, E POR ISSO, CANCELAM ASSINATURAS.
Aos fatos, então!
Mariana Sanches em 31/01/2026 às 05:30 “As famílias brasileiras divididas à força pelas deportações do governo Trump” “Imigração deteve 157 menores brasileiros em 2025, apontam dados do governo Trump” Julián Fuks em 31/01/2026 às 05:30 “O pior já é visível: o horror nas políticas de Trump contra a imigração” Mariana e Julián, eu poderia entrar na casa de vocês sem que tenha sido convidado? Lhes falta honestidade moral e profissional para dizer aos seus leitores, que são IMIGRANTES ILEGAIS, como seria se eu entrasse na casa de vocês sem ser convidado e sentasse à cabeceira das mesas de vocês. Experimentem, se forem honestos moral e profissionalmente, entrar CLADESTINAMENTE Coreia do Norte, Eritreia, Turcomenistão, Arábia Saudita, Catar e a China comunista que vocês tanto defendem. Tentem também entrar ILEGALMENTE no Irã, Somália, Iêmen, Líbia, Síria, Sudão, Chade, Afeganistão, Rússia, Japão, Suíça e Canadá. Como bonecos de ventríloquo, é muito fácil escrever no conforto de suas redações, mesmo sabendo que estão do lado errado da História. Nós sabemos, e por saber CANCELEI a minha assinatura no UOL, exatamente pelo fato que vocês escrevinham matérias sob encomenda para atingirem os Estados Unidos e o Presidente Trump, mas por conveniência sabuja, se permitem à humilhação fática. “A migração ilegal é aquela em desconformidade com a Lei de Migração, sendo, portanto, uma norma penal em branco. A conduta deve ser dolosa, com a presença do elemento subjetivo especial de obter vantagem econômica” CNN Brasil em 19/12/2024 “Governo Biden registra maior nível de deportações em 10 anos, segundo relatório” “Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) dos Estados Unidos deportou 271.484 imigrantes no último ano, que marca o maior nível de deportações desde 2014” “No entanto, os dados mais recentes do ICE revelam que o governo de Biden realizou um número significativo de deportações no ano passado, superando os dois anos anteriores da presidência de Biden, e focou, principalmente, em ameaças à segurança pública e nacional” Mariana e Julián, quando vocês vão aos Estados Unidos a trabalho ou lazer, claro que vocês têm que apresentar seus Passaportes, não é? Então, é PURA HIPOCRISIA de vocês perseguir, difamar, caluniar e especialmente MENTIR sobre um assunto tão sério. Tentem, Mariana e Julián, ENTRAR CLANDESTINAMENTE na China que vocês tanto idolatram, Rússia, Irã, Coreia do Norte, Cuba, Nicarágua e de lá, escrevam o quanto são “hospitaleiros” com os ilegais. Coragem!