A aprovação de uma resolução da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta quarta-feira, 3, reforçou o apelo internacional pelo retorno de menores retirados de áreas ucranianas ocupadas pela Rússia. O texto avançou com 91 votos a favor, 12 contrários e 57 abstenções, entre elas a do Brasil.
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A proposta trata de jovens removidos desde a invasão russa, em fevereiro de 2022. Segundo dados divulgados pela própria ONU, cerca de 20 mil crianças ucranianas foram levadas para regiões controladas por Moscou. A organização afirma que parte delas voltou, mas um grande número continua sem localização confirmada.
Pressão da ONU cresce sobre Moscou
A resolução pede que a Rússia libere de imediato todos os menores transferidos e interrompa qualquer prática semelhante. O documento cita normas do Direito internacional e reforça que mudanças de nacionalidade, adoções ou realocação em famílias russas violam convenções humanitárias.
Diversos países europeus, além do Canadá e de nações da Otan, apoiaram o texto. Membros da ONU também destacaram que a questão já é alvo de processos internacionais, o que aumenta a pressão por esclarecimentos sobre o paradeiro das crianças.
O Itamaraty reafirmou apoio à integridade territorial da Ucrânia e disse considerar fundamental a repatriação dos menores. Ainda assim, justificou a abstenção ao afirmar que o tom adotado pela resolução não favorece esforços de mediação. Segundo a delegação brasileira, qualquer avanço no tema exige ambiente propício ao diálogo entre as partes.
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Que atitude diplomática CAFAGESTE.
Vergonhoso. É um anão diplomática, sem grandeza ou coragem alguma.
Além de pária internacional o Brasil é o verdadeiro bagre ensaboado nas questões diplomáticas. É impressionante a capacidade desse povo de se abster em assuntos sérios e complexos. E tem imbecil que aplaude.
Zero de surpresa.