Um enorme buraco se abriu nesta quarta-feira, 24, em Bangcoc, capital da Tailândia, e engoliu parte de uma avenida movimentada. O incidente ocorreu em frente a um hospital e provocou a evacuação de moradores e pacientes. A ruptura do solo se deu às 7h13, locais (21h13, no horário de Brasília).
Imagens que testemunhas capturaram mostram quando o solo cede lentamente enquanto arrasta postes de energia elétrica. A cratera, com quase 50 metros de extensão, se espalhou por toda a largura de uma via com quatro faixas. Policiais e agentes municipais isolaram a área para evitar novos acidentes.
Bangcoc registra prejuízos, mas sem vítimas
De acordo com as autoridades, não houve feridos. O incidente, no entanto, danificou gravemente pelo menos três veículos. O governador de Bangcoc, Chadchart Sittipunt, afirmou que o desabamento pode ter entre as suas razões efeitos colaterais de obras de uma estação de metrô nas proximidades.
O hospital afetado suspendeu por dois dias os atendimentos ambulatoriais. Técnicos ainda avaliam os riscos de novos deslizamentos. Engenheiros estudam a melhor forma de conter o avanço da cratera.
Casos semelhantes no Brasil e no exterior
Embora impressionante, esse tipo de ocorrência não é inédito. Em 2023, um buraco semelhante se abriu em uma avenida de Manaus (AM), arrastando parte do asfalto e interditando o tráfego por semanas. Em Belo Horizonte (MG), chuvas fortes já causaram crateras em ruas residenciais, obrigando famílias a deixarem suas casas.
No exterior, a Guatemala registrou em 2010 um dos episódios mais emblemáticos, quando um enorme buraco de mais de 30 metros de profundidade engoliu um quarteirão inteiro na capital do país. Cidades chinesas também enfrentam situações recorrentes desse tipo, geralmente associadas a obras subterrâneas e drenagem precária.
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Especialistas alertam para o fato de que a urbanização acelerada, combinada a redes de drenagem antigas, aumenta o risco de colapsos semelhantes. O episódio em Bangcoc reforça a necessidade de fiscalização constante e de planos de prevenção para reduzir os impactos de desastres urbanos.
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Não ficamos atrás, o Brasil também tem um buraco formado por corrupção, desonestidade, miséria e injustiças que abrange o território nacional.